sábado, 31 de dezembro de 2011

MICROGERAÇÃO 2012

A SPGAIA, proporciona a melhor solução de microgeração.
A experiência adquirida nestes últimos anos, permite-nos oferecer o melhor produto, profissionalmente instalado, com preço extraordináriamente atractivo, permitindo oferecer em 2012, solução de manutenção e monitorização on-line da instalação, evitando potenciais perdas e majorando o rendimento.
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Festas Felizes cheias de energia!

domingo, 11 de dezembro de 2011

Cientistas descobrem forma simples e barata de capturar energia solar

Sistema converte em média 36% da energia solar incidente em eletricidade - que é maior do que o máximo teórico que poderia ser alcançado por células fotovoltaicas comuns.
 Cientistas norte-americanos descobriram uma nova maneira de concentrar o calor do sol sem o uso de espelhos. A novidade deve permitir uma forma mais simples e barata de aproveitar a energia solar.

O dispositivo criado foi descrito em um relatório na revista Nanoscale Research Letters, por Peter Bermel e outros pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).
Um dos métodos tradicionais de aproveitamento da energia solar envolve o uso de células fotovoltaicas (PV), materiais que captam a luz solar e a transformam em eletricidade.
Outros métodos térmicos solares usam uma matriz de espelhos para focar e concentrar a luz solar, o suficiente para ferver a água e executar uma turbina a vapor para gerar eletricidade.
Uma terceira abordagem menos comum é a utilização de dispositivos chamados termofotovoltaicos (TPV, sigla em inglês). Que são dispositivos no estado sólido, que geram eletricidade diretamente a partir do calor emitido pelo sol ou qualquer outra fonte de calor radiante, como combustível.
O princípio básico de seu funcionamento é semelhante ao das células fotovoltaicas tradicionais com a diferença que o calor radiante não é absorvido diretamente pelo material fotovoltaico, mas sim por um absorvente seletivo na sua camada superior, fazendo com que emitam luz, que é então convertida em eletricidade pela célula fotovoltaica.

Bermel explica que se você colocar um material de absorção de luz e calor comum, de cor escura, em luz solar direta, "não pode ficar muito mais quente do que água fervente", porque o objeto irá irradiar calor quase tão rápido quanto irá absorvê-lo.

Mas para gerar energia de forma eficiente, você precisa de temperaturas muito mais elevadas do que isso. Ao concentrar a luz solar com espelhos parabólicos ou uma grande variedade de espelhos planos, é possível obter temperaturas muito mais elevadas - mas às custas de um sistema muito maior e mais complexo.
"O que eu estou procurando é uma alternativa para esse paradigma concentrando a luz solar térmica", diz Bermel. A proposta é capturar a luz e refleti-la de volta ao material.

O resultado, diz ele, é que o dispositivo pode absorver tanto calor como um objeto preto padrão, mas "na prática, podemos deixá-lo extremamente quente, e não irradiar grande parte desse calor", explicou.

Para a operação eficiente do sistema TPV, o material que absorve e emite radiação de calor deve operar em altas temperaturas, o que significa que estes dispositivos solares também requerem o uso de espelhos para concentrar a luz do sol e assim fornecerem temperaturas razoáveis.

Os pesquisadores do MIT descobriram uma maneira de construir dispositivos TPV solares sem a necessidade de grandes e caros espelhos para concentrar a luz do sol.

Eles conseguiram isso usando o chamado cristal fotônico e adequando sua estrutura de tal forma que o calor absorvido é impedido de escapar do material. Assim é possível atingir temperaturas muito altas.

Isso, dizem os pesquisadores, é um pouco parecido com o efeito estufa, onde a radiação infravermelha emitida pela superfície da Terra é impedida de escapar, pelos gases de efeito estufa, assim, o calor fica preso e o planeta aquecido.

No caso dos dispositivos TPV, esse bloqueio é feito por uma série de furos microscópicos precisamente espaçados, no cristal fotônico, que permite que os raios caiam dentro de uma faixa muito pequena de ângulos para escapar, enquanto o restante permanece no material, aquecendo-o.

Segundo os pesquisadores, a geometria - precisamente projetada do material fotônico, preferencialmente emite luz em uma direção e comprimento de onda que é ideal para a conversão fotovoltaica.

Isso permite que o dispositivo converta em média 36% da energia solar incidente em eletricidade - que é maior do que o máximo teórico que poderia ser alcançado pelas células solares fotovoltaicas tradicionais.

"Em grande escala [o sistema], é eficiente o suficiente para competir com as formas mais convencionais de energia. Esta é uma alternativa para concentradores", declarou Bermel. Segundo o relatório, estes dispositivos TPV podem ser fabricados usando tecnologia de fabricação-padrão de chip.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Nova estratégia para renováveis motiva recados ao Governo

Numa altura que é de crise, o Governo decidiu voltar a fazer as contas às renováveis e mudar de estratégia. Questionado pelo AmbienteOnline quanto ao futuro das renováveis, Henrique Gomes, secretário de Estado da Energia, é peremptório: «Vamos abandonar tecnologias não maduras e não eficientes, porque não é possível suportar os sobrecustos.
É o que se passa, por exemplo, com o fotovoltaico. Estas renováveis emergentes devem ser apoiadas em programas muito específicos de investigação», revelou. E admite que o Governo tem estimulado as empresas a deixar a especialização no fotovoltaico e a apostar na eficiência energética.
O novo rumo da estratégia não caiu bem nas associações do sector. «Não se podem tomar medidas avulso que têm consequências muito graves para o sector e não só. A Secretaria de Estado da Energia deveria de uma vez por todas realizar o planeamento energético do País», considera António Sá da Costa, presidente da Associação de energias Renováveis – Apren. Segundo o responsável, desenvolveu-se um tecido empresarial baseado num pressuposto que agora deixa de existir.
«Que haja um hiato é perfeitamente aceitável, desde que não comprometa os compromissos assumidos. No caso do solar há um conjunto de investidores que se propuseram a desenvolver projectos.-piloto com a esperança que a tecnologia fosse vingar», lembra. António Sá da Costa defende que a política não pode ser feita por «saltos descoordenados» e com «cortes a direito», até porque há muitos postos de trabalho em causa.
Os impactes indirectos desta decisão, diz, vão afectar a desejada quebra nas importações energéticas, para além de um descrédito que se instala, com repercussões nos mercados internacionais para onde as empresas já começaram a exportar.
Apesar de Custódio Miguéns ressalvar que o cluster para a Energia EnergyIn não faz declarações em termos de políticas energéticas, o responsável diz entender que o Governo tenha que moderar os gastos que Portugal tem com energia. «O que acho é que o Governo também tem que ter o cuidado de criar um mercado interno minimamente desenvolvido para apoiar as empresas que estão a produzir bens transaccionáveis para as apoiar no momento em que elas são criadas. Qualquer empresa só se vai lançar na exportação depois de ter demonstrado em Portugal que os produtos funcionam. Seria de boa política económica criar um pequeno mercado para proteger as empresas em fase nascente», defende.
Apisolar contra metas da micro e minigeração
Maria João Rodrigues, presidente da Apisolar, sublinha que não a choca o anúncio do Governo, até porque a associação defende centrais associadas a pontos de consumo, e a julgar pela recente portaria nº 285/2011, a mini e microgeração continuam activas.
A apisolar estima que 40 a 50 por cento dos painéis solares fotovoltaicos instalados em 2011 sejam de fabrico nacional. Num contexto global de excesso de oferta, a contração de 47 por cento do mercado nacional de micro e miniprodução preocupa as empresas nacionais, que apresentam já um perfil exportador acentuado. «A eventual reafectação de potência entre os regimes da micro e miniprodução poderá minimizar os efeitos negativos já que se espera uma penetração de produtos extra-comunitários mais acentuada no regime da miniprodução do que do regime da microprodução», diz a associação em comunicado.
Ainda assim, a associação diz-se preocupada: «Se as tarifas são aceitáveis face à evolução dos preços, já as metas são altamente redutores», diz Maria João Rodrigues. A APISOLAR considera «excessiva e preocupante» a contração de 60 por cento do volume de mercado da microgeração.
«A confirmar-se a expectativa de excesso de procura face à oferta de licenças de microgeração, considera a Apisolar que as metas dos regimes da micro e miniprodução devem ser entendidas de modo integrado e flexível, procedendo-se periodicamente à reafectação de quotas entre os regimes, de acordo com os perfis de procura efectivamente verificados», sublinha a associação.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Eletricidade: Quotas para micro e miniprodução podem ser revistas para compensar desequilíbrios do mercado - APISOLAR

A presidente da Associação Portuguesa da Indústria Solar (APISOLAR) afirmou hoje que o Governo admite rever as quotas atribuídas aos micro e miniprodutores de eletricidade com base em energia fotovoltaica para equilibrar a procura e a oferta.
Maria João Rodrigues falou à Lusa após uma reunião no ministério da Economia e sublinhou que "houve alguma abertura" para acompanhar o impacto da redução da capacidade anual instalada atribuída à microgeração.
"Se houver um grande desequilíbrio entre a oferta e a procura pode haver uma reafetação de quotas", entre a micro (produtores domésticos) e miniprodução (fábricas e empresas).

Invista em energias renováveis e beneficie no IRS

Por um lado, as habitações que, após vistoria por entidade competente tenham recebido uma classificação relativa à sua eficiência energética na categoria A ou A+ têm uma majoração de 10% e, por outro, o limite de 591 euros é elevado de acordo com o escalão de rendimentos do sujeito passivo: aumentado em 50% se o sujeito passível estiver classificado até ao 2º escalão; 20% até ao 3º e 10% até ao 4º escalão.


Em relação aos encargos com a aquisição de equipamentos de aproveitamento de energias renováveis são dedutíveis em 30% e podem representar uma poupança fiscal máxima de 803 euros sendo que estas despesas só podem ser utilizadas uma vez em cada quatro anos.
Contudo, e contrariamente ao que sucedia em anos anteriores nem todos os contribuintes poderão usufruir da poupança fiscal máxima atrás referida. Esta só está disponível para os agregados que estejam classificados nos dois primeiros escalões de IRS, nos escalões seguintes o benefícios fiscal cai para 100 euros sendo nulo nos escalões de rendimento mais altos.



Londres vai receber a maior ponte fotovoltaica do mundo

A Solarcentury, uma empresa britânica da setor solar, iniciou formalmente no passado dia 4 de Outubro a instalação de mais de 4 400 painéis fotovoltaicos sobre a nova plataforma da estação ferroviária de Blackfriars (Londres, Reino Unido). A referida estrutura situada sobre o rio Tamisa deverá tornar-se desta maneira na maior ponte solar do mundo quando as obras estiverem terminadas.
Por Ricardo Pinto

A histórica estação de Blackfriars está a passar por uma remodelação de orçada em vários milhões de euros, a qual inclui a expansão da plataforma de embarque para a ponte com o mesmo nome, uma estrutura construída em 1886. Quando estiver concluída em 2012, esta ponte da era vitoriana estará coberta por mais de 6 000 m2 de painéis fotovoltaicos, o que a tornará no maior aproveitamento fotovoltaico da capital britânica. A Solarcentury prevê que estes painéis consigam gerar de 900 000 kWh de energia elétrica por ano, o suficiente para fornecer 50% do consumo da estação ferroviária e para reduzir a sua pegada de CO2 em 511 toneladas por ano.
O presidente executivo da empresa, Derry Newman, declarou que a Ponte de Blackfriars é a localização ideal para um novo e emblemático espaço de cobertura mesmo no coração de Londres. Acrescentou também que considera um bom sinal o facto de elementos fixos da paisagem urbana – como estações e pontes – estarem a ser cada vez mais utilizados na geração de energias renováveis.
A estação de Blackfriars está igualmente a adotar outras medidas de eficiência energética, entre as quais sistemas de captação de águas pluviais e tubos solares para possibilitar uma iluminação natural. Estas medidas fazem parte do plano da Network Rail para diminuir as suas emissões em 25% por passgeiro-km até 2020.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Eficiência energética e renováveis ganham com aumento do IVA na electricidade

O aumento do IVA na electricidade, dos actuais seis por cento para os anunciados 23 por cento, vai beneficiar o mercado da eficiência energética e da microgeração, revelam ao AmbienteOnline os representantes destes segmentos. Conforme explica Miguel Matias, presidente da Associação de Empresas de Serviços de Energia, esta medida vai «obrigar as empresas a olhar para os custos com a energia – na ordem dos 10 por cento dos custos de produção – e geri-los da melhor forma». Tal poderá passar por efectuar auditorias energéticas e implementar medidas de redução do consumo, ou ainda implementar formas alternativas de produção de energia.

Repercutindo-se este valor no consumidor final a eficiência vai ter de aumentar. Isto significa que para as empresas que efectuam auditorias e certificações energéticas, a procura deverá aumentar. Mas Miguel Matias acredita também que este é o tempo de passar à acção. «Acabou-se a emissão dos certificados energéticos sem a aplicação de mais medidas. Agora será mais importante a fase seguinte, de implantação das medidas de redução de consumo energético. Penso que aí estará o foco neste domínio», sublinha. Neste sentido, também terão de aumentar as políticas públicas de eficiência energética nos edifícios públicos, aponta. João Carvalho, vice-presidente da Associação Portuguesa de Indústria Solar (Apisolar), é da mesma opinião: «A medida vai promover comportamentos eficientes», uma vez que o imposto é também um regulador de consumos.

De um modo geral, diz o também responsável da SelfEnergy, o aumento do IVA é uma boa notícia porque «torna mais justo e equitativo» o panorama nacional das energias. É que enquanto o gás natural tinha uma taxa de seis por cento, os serviços de instalação de painéis solares, por exemplo, estavam taxados a 23 por cento.

«O preço da energia produzida via microgeração já não está tão longe do preço da energia eléctrica que pagamos ao distribuidor. Aliás, penso que por volta de 2014 ou 2015 a microgeração possa alcançar custos de rede, daí que a indústria das renováveis se tenha de preparar para competir de igual para igual», aventa Miguel Matias.

domingo, 8 de maio de 2011

A utilização de energias renováveis vai continuar a crescer, segundo a ONU.


O uso de fontes renováveis de energia deve disparar nas próximas décadas, ajudando a diminuir a dependência global de combustíveis fósseis e a consequente emissão de gases do efeito estufa. A previsão faz parte do esboço de um relatório que faz uma revisão de 164 cenários traçados pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC, na sigla em inglês), que está reunido em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.



Segundo o IPCC, as fontes renováveis responderam por 12,9% de toda a produção de energia do mundo em 2008, mas dependendo do cenário têm o potencial de dobrar esta participação até 2035, podendo chegar a até 77% do total em 2050. A conta, no entanto, exclui a bioenergia proveniente da queima de lenha para cozinha e aquecimento em países pobres e em desenvolvimento.



O rascunho do relatório do IPCC aponta a queda nos custos da energia renovável como um dos principais fatores para o crescimento da participação destas fontes na geração global. "Os custos da maioria das tecnologias de energia renovável caiu e esperam-se mais avanços tecnológicos significativos", diz trecho do documento.



Dependendo do cenário, a geração de energia a partir de fontes renováveis pode triplicar ou ser multiplicada por 20 até 2050. Segundo o esboço do IPCC, esse aumento poderá acontecer mesmo sem a interferência dos governos para estímulo da adoção das mesmas. "Também esperam-se mais quedas nos custos, resultando em um maior potencial de mitigação das mudanças climáticas e redução da necessidade de medidas políticas para sua rápida adoção", acrescenta o relatório.



Apesar do otimismo, o custo permanece um dos principais obstáculos para a adoção de fontes renováveis, reconhece o painel da ONU. "O custo da energia de muitas tecnologias renováveis ainda é maior do que os preços da energia no mercado, embora em alguns casos a energia renovável já seja economicamente competitiva", destaca o texto.



Dessa forma, as previsões de investimentos em fontes renováveis também variam muito. Em quatro cenários ilustrativos, o IPCC prevê gastos entre US$ 1,36 trilhão e US$ 5,1 trilhões ao longo desta década e de US$ 1,49 trilhão a US$ 7,18 trilhões entre 2012 e 2030. Dependendo do cenário de uso das fontes renováveis, as emissões de gases do efeito estufa podem ser reduzidas entre 220 bilhões e 560 bilhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente entre 2010 e 2050, período para o qual um cenário de referência prevê emissões cumulativas totais de 1,53 trilhão de toneladas.

domingo, 27 de março de 2011

Eficiencia energética

EXEMPLOS DE PROPOSTA DE MEDIDAS E MELHORIAS



Medida associada a Equipamento de Preparação de

Águas Quentes Sanitárias



Substituição do equipamento actual e/ou instalação de esquentador de elevado rendimento para reparação de águas quentes sanitárias:



Descrição da Medida de Melhoria:



Instalação de um esquentador estanque com tecnologia de condensação, para produção de AQS, alimentada a Gás propano, com 23,6 kW de potência nominal e eficiência de 1,0 (100 %) a 30% de carga nominal. Deve dispor de ignição electrónica e modulação automática de chama. O controlo do equipamento deve ser efectuado através de um display digital LCD para selecção de temperatura, funcionamento solar e diagnóstico de anomalia. O controlo remoto e receptor deverão estar incluídos (requer instalação). Deverá ser garantida a manutenção periódica ao equipamento de acordo com a legislação em vigor. O custo de investimento estimado para esta medida de melhoria será de 900 €, para uma redução anual da factura energética de 430 € e período de retorno simples do investimento de 2 anos. Redução Total Anual de emissão de Gases de efeito de estufa associados a Energia primária para climatização e águas quentes é de 0,3 Toneladas de CO2. A implementação isolada desta medida de melhoria permitiria estimar uma Classe Energética para o seu imóvel Superior consumindo muito menos.



Explicação da Medida de Melhoria:



Substituição do equipamento actual e/ou instalação de esquentador de elevado rendimento para preparação de águas quentes sanitárias. Medida de melhoria destinada ao aumento da eficiência do sistema energético de preparação de água quentes sanitárias. O custo de investimento inclui valor do equipamento de preparação de águas quentes bem como o valor da mão-de-obra para a sua instalação. A forma de energia considerada: Gás propano. Custo da Energia considerada: 0,135 (€/KWh). A medida de melhoria estudada prevê um consumo diário de 120 litros, 365 dias por ano, ou seja um consumo de referência de 40 litros por habitante e por dia. Deve ser verificado a compatibilidade com eventuais limitações resultantes do RGEU ou qualquer outro regulamento ou especificação municipal, bem como assegurar as eventuais autorizações da Câmara Municipal, ou qualquer outra entidade.























Substituição do equipamento actual e/ou instalação de caldeira de condensação para preparação de águas quentes sanitárias:



Descrição da Medida de Melhoria:



Instalação de uma caldeira mural com câmara de combustão estanque, com tecnologia de condensação e microacumulação, para produção de AQS, alimentada a Gás propano, com 26,8 kW de potência nominal e eficiência de 1,09 (109 %) a 30% de carga nominal. Deve dispor de ignição electrónica e modulação automática de chama, bem como de pré mistura de ar/gás no abastecimento ao queimador. O controlo do equipamento deve ser efectuado através de um display digital LCD para selecção de temperatura, funcionamento solar e diagnóstico de anomalia. O controlo remoto e receptor deverão estar incluídos (requer instalação). Deverá ser garantida a manutenção períodica ao equipamento de acordo com a legislação em vigor. O custo de investimento estimado para esta medida de melhoria será de 2.250 €, para uma redução anual da factura energética de 461 € e período de retorno simples do investimento de 5 anos. Redução Total Anual de emissão de Gases de efeito de estufa associados a Energia primária para climatização e águas quentes é de 0,4 Toneladas de CO2. A implementação isolada desta medida de melhoria permite estimar uma Classe Energética Superior para o seu consumindo muito menos.



Explicação da Medida de Melhoria:



Substituição do equipamento actual e/ou instalação de caldeira de condensação para preparação de águas quentes sanitárias.

Medida de melhoria destinada ao aumento da eficiência dos sistemas energético de preparação de água quentes sanitárias. O custo de investimento inclui valor do equipamento de preparação de águas quentes bem como o valor da mão-de-obra para a sua instalação. A forma de energia considerada: Gás propano. Custo da Energia considerada: 0,135 (€/KWh). A medida de melhoria estudada prevê um consumo diário de litros, 365 dias por ano, ou seja um consumo de referência de 40 litros por habitante e por dia. Deve ser verificado a compatibilidade com eventuais limitações resultantes do RGEU ou qualquer outro regulamento ou especificação municipal, bem como assegurar as eventuais autorizações da Câmara Municipal, ou qualquer outra entidade







Medida associada a Envolvente opaca - Paredes Exteriores



Aplicação de isolamento Térmico pelo interior com revestimento leve em paredes exteriores.



Descrição da Medida de Melhoria:



Aplicação de 4 cm de isolamento térmico poliestireno expandido moldado (EPS), em placas em paredes exteriores (incluindo pontes térmicas planas e caixas de estore se aplicável). A solução é constituída por aplicação mecânica e colagem de placas de isolamento pelo interior das paredes em contacto com o exterior, à qual se sobrepõe uma estrutura leve perfis de aço galvanizado, revestidos com dupla placa de gesso cartonado de 13mm fixadas mecanicamente à estrutura metálica, e acabamento em pintura ou material cerâmico colado. O custo de investimento estimado para esta medida de melhoria será de 25€/m2 Redução Total Anual de emissão de Gases de efeito é considerável



Explicação da Medida de Melhoria:



Aplicação de isolamento Térmico pelo interior com revestimento leve em paredes exteriores. Medida de melhoria destinada à redução das necessidades de energia de aquecimento por perdas pela envolvente e prevenção ou correcção de patologias

construtivas. O custo de investimento inclui valor dos materiais bem como o valor da mão-de-obra para a sua aplicação. A forma de energia considerada: electricidade. Custo da Energia considerada: 0,1211 (€/KWh). A espessura do isolamento considerado é de 4 cm. O coeficiente de condutibilidade térmica do isolante é de 0,04 W/(m.ºC) .O custo unitário estimado por m2 de aplicação de isolamento e respectivo acabamento (inclui mão de obra) é de 25 Euros por m2. Deve ser verificado a compatibilidade com eventuais limitações resultantes do RGEU ou qualquer outro regulamento ou especificação municipal, bem como assegurar as eventuais autorizações da Câmara Municipal, ou qualquer outra entidade.



Aplicação de isolamento Térmico pelo exterior com revestimento leve em paredes exteriores.



Descrição da Medida de Melhoria:



Aplicação de 4 cm ou mais de isolamento térmico poliestireno expandido moldado (EPS), em placas em paredes exteriores (incluindo pontes térmicas planas e caixas de estore se aplicável). A solução é constituída por aplicação de colagem de placas de isolamento pelo exterior das paredes . O sistema de isolamento térmico, é um método para isolamento de paredes e protecção dos edifícios pelo exterior, fixando placas de poliestireno expandido nas fachadas. As placas são cobertas e reforçadas com massa adesiva, armada com rede em fibra de vidro para proteger o sistema. A superfície é acabada com um revestimento final contínuo, que lhe confere a protecção final e decoração permanente. O custo de investimento estimado para esta medida de melhoria será de 35€/m2. Redução Total Anual de emissão de Gases de efeito de estufa associados a Energia é considerável para climatização e águas quentes. A implementação isolada desta medida de melhoria permite estimar uma Classe Energética superior



Explicação da Medida de Melhoria:



Aplicação de isolamento Térmico pelo exterior com revestimento leve em paredes exteriores. Medida de melhoria destinada à redução das necessidades de energia de aquecimento por perdas pela envolvente e prevenção ou correcção de patologias

construtivas. O custo de investimento inclui valor dos materiais bem como o valor da mão-de-obra para a sua aplicação. A forma de energia considerada: electricidade. Custo da Energia considerada: 0,1211 (€/KWh). A espessura do isolamento considerado é de 4 cm. O coeficiente de condutibilidade térmica do isolante é de 0,04 W/(m.ºC) .O custo unitário estimado por m2 de aplicação de isolamento e respectivo acabamento (inclui mão de obra) é de 35 Euros por m2. Deve ser verificado a compatibilidade com eventuais limitações resultantes do RGEU ou qualquer outro regulamento ou

especificação municipal, bem como assegurar as eventuais autorizações da Câmara Municipal, ou qualquer outra entidade.



Aplicação de isolamento Térmico pelo interior com revestimento leve em paredes interiores.



Descrição da Medida de Melhoria:



Aplicação de 4 cm de isolamento térmico poliestireno expandido moldado (EPS), em placas em paredes interiores em contacto com locais não aquecidos (incluindo pontes térmicas planas), A solução é constituída por aplicação mecânica e colagem de placas de isolamento pelo interior das paredes interiores, à qual se sobrepoe uma estrutura leve perfis de aço galvanizado, revestidos com dupla placa de gesso cartonado de 13mm fixadas mecanicamente à estrutura metálica e acabamento em pintura ou material cerâmico colado. O custo de investimento estimado para esta medida de melhoria será de 15€/m2. . Redução Total Anual de emissão de Gases de efeito de estufa associados a Energia primária para climatização e águas quentes é considerável. A perda térmica associada a este elemento da envolvente

é responsável por 10 % do total das perdas térmicas do imóvel. A implementação isolada desta medida de melhoria permite estimar uma Classe Energética



Explicação da Medida de Melhoria:



Aplicação de isolamento Térmico pelo interior com revestimento leve em paredes interiores. Medida de melhoria destinada à redução das necessidades de energia de aquecimento por perdas pela envolvente e prevenção ou correcção de patologias construtivas. O custo de investimento inclui valor dos materiais bem como o valor da mão-de-obra para a sua aplicação. O custo unitário estimado por m2 de aplicação de isolamento e respectivo acabamento (inclui mão de obra) é de 15 Euros por m2. Deve ser verificado a compatibilidade com eventuais limitações resultantes do RGEU ou qualquer outro regulamento ou especificação municipal, bem como assegurar as eventuais autorizações da Câmara Municipal, ou qualquer outra entidade.









Medida associada a Envolvente opaca - Coberturas





Aplicação de isolamento térmico sob a cobertura exterior.- Pelo Exterior



Descrição da Medida de Melhoria



Aplicação de 6 cm de isolamento térmico poliestireno expandido moldado (EPS), em placas sob a cobertura em contacto com o exterior, reduzindo o valor do coeficiente de transmissão térmica em 4,41 W/(m2.ºC). A solução é constituída por aplicação mecânica e colagem de placas de isolamento pelo exterior das coberturas exteriores, à qual se sobrepõe uma estrutura leve de perfis de aço galvanizado,estrutura metálica pintada Redução Total Anual de emissão de Gases de efeito de estufa associados a Energia primária para climatização e águas quentes é considerável A perda térmica associada a este elemento da envolvente é responsável por cerca de 20 % do total das perdas térmicas do imóvel. A implementação isolada desta medida de melhoria permite estimar uma Classe Energética superior para o seu imóvel. Esta Classe Energética significa que o seu imóvel consumiria muito menos



Explicação da Medida de Melhoria:



Aplicação de isolamento térmico sob a cobertura exterior. Medida de melhoria destinada à redução das necessidades de energia de aquecimento por perdas pela envolvente e prevenção ou correcção de patologias construtivas. O custo de investimento inclui valor dos materiais bem como o valor da mão-de-obra para a sua aplicação. A forma de energia considerada: electricidade. A espessura do isolamento considerado é de 6 cm. O coeficiente de condutibilidade térmica do isolante é de 0,04 W/(m.ºC) .O custo unitário estimado por m2 de aplicação de isolamento e respectivo acabamento (inclui mão de obra) é de 40 Euros por m2.. Deve ser verificado a compatibilidade com eventuais limitações resultantes do RGEU ou qualquer outro regulamento ou especificação







Aplicação de isolamento térmico sob a cobertura exterior.- Pelo interior



Descrição da Medida de Melhoria



Aplicação de 6 cm de isolamento térmico poliestireno expandido moldado (EPS), em placas sob a cobertura em contacto com o exterior, reduzindo o valor do coeficiente de transmissão térmica em 4,41 W/(m2.ºC). A solução é constituída por aplicação mecânica e colagem de placas de isolamento pelo interior das coberturas exteriores, à qual se sobrepõe uma estrutura leve de perfis de aço galvanizado (tecto falso), revestidos com dupla placa de gesso cartonado de 13mm fixadas mecanicamente à estrutura metálica e acabamento final em pintura. O custo de investimento estimado para esta medida de melhoria será de 40€/m2, para uma redução. Redução de emissão de Gases de efeito de estufa associados a Energia primária para climatização e águas quentes é de considerável A perda térmica associada a este elemento da envolvente é responsável por cerca 20 % do total das perdas térmicas do imóvel. A implementação isolada desta medida de melhoria permite estimar uma Classe Energética superior para o seu imóvel.





Explicação da Medida de Melhoria:



Aplicação de isolamento térmico sob a cobertura exterior. Medida de melhoria destinada à redução das necessidades de energia de aquecimento por perdas pela envolvente e prevenção ou correcção de patologias construtivas. O custo de investimento inclui valor dos materiais bem como o valor da mão-de-obra para a sua aplicação. A forma de energia considerada: electricidade. Custo da Energia considerada: 0,1211 (€/KWh). A espessura do isolamento considerado é de 6 cm. O coeficiente de condutibilidade térmica do isolante é de 0,04 W/(m.ºC) .O custo unitário estimado por m2 de aplicação de isolamento e respectivo acabamento (inclui mão de obra) é de 40 Euros por m2. Deve ser verificado a compatibilidade com eventuais limitações resultantes do RGEU ou qualquer outro regulamento ou especificação municipal, bem como assegurar as eventuais autorizações da Câmara Municipal, ou qualquer outra entidade.













Aplicação de isolamento térmico sob a cobertura interior.



Descrição da Medida de Melhoria



Aplicação de 6 cm de isolamento térmico poliestireno expandido moldado (EPS), em placas sob a cobertura interior em contacto com locais não aquecidos, reduzindo o valor do coeficiente de transmissão térmica em 1,5 W/(m2.ºC). A solução é constituída por aplicação mecânica e colagem de placas de isolamento pelo interior das coberturas exteriores, à qual se sobrepõe uma estrutura leve de perfis de aço galvanizado (tecto falso), revestidos com dupla placa de gesso cartonado de 13mm fixadas mecanicamente à estrutura metálica, e acabamento final em pintura.

A perda térmica associada a este elemento da envolvente é responsável por cerca 3 % do total das perdas térmicas do imóvel. A implementação isolada desta medida de melhoria permite estimar uma Classe Energética superior para o seu imóvel.



Explicação da Medida de Melhoria:



Aplicação de isolamento térmico sob a cobertura interior. Medida de melhoria destinada à redução das necessidades de energia de aquecimento por perdas pela envolvente e prevenção ou correcção de patologias construtivas. O custo de investimento inclui valor dos materiais bem como o valor da mão-de-obra para a sua aplicação. A forma de energia considerada: electricidade. Custo da Energia considerada: 0,1211 (€/KWh). A espessura do isolamento considerado é de 6 cm. O coeficiente de condutibilidade térmica do isolante é de 0,04 W/(m.ºC) .O custo unitário estimado por m2 de aplicação de isolamento e respectivo acabamento (inclui mão de obra) é de 40 Euros por m2. A área do elemento da envolvente a isolar é de 10 m2. Deve ser verificado a compatibilidade com eventuais limitações resultantes do RGEU ou qualquer outro regulamento ou especificação municipal, bem como assegurar as eventuais autorizações da Câmara Municipal, ou qualquer outra entidade.







Medida associada a Envolvente opaca





Aplicação de isolamento térmico sob o pavimento exterior.





Descrição da Medida de Melhoria



Aplicação de 4 cm de isolamento térmico poliestireno expandido moldado (EPS), em placas sob o Pavimento em contacto com o exterior, reduzindo o valor do coeficiente de transmissão térmica em 1,33 W/(m2.ºC). A solução é constituída por aplicação mecânica e colagem de placas de isolamento pelo interior das coberturas exteriores, à qual se sobrepõe uma estrutura leve de perfis de aço galvanizado (tecto falso), revestidos com dupla placa de gesso cartonado de 13mm fixadas mecanicamente à estrutura metálica e acabamento final em pintura. O custo de investimento estimado para esta medida de melhoria será de 25 €. A perda térmica associada a este elemento da envolvente é responsável por cerca 4 % do total das perdas térmicas do imóvel. A implementação isolada desta medida de melhoria permite estimar uma Classe Energética superior para o seu imóvel.



Explicação da Medida de Melhoria:



Aplicação de isolamento térmico sob o pavimento exterior. Medida de melhoria destinada à redução das necessidades de energia de aquecimento por perdas pela envolvente e prevenção ou correcção de patologias construtivas. O custo de investimento inclui valor dos materiais bem como o valor da mão-de-obra para a sua aplicação. A forma de energia considerada: electricidade. Custo da Energia considerada: 0,1211 (€/KWh). A espessura do isolamento considerado é de 4 cm. O coeficiente de condutibilidade térmica do isolante é de 0,04 W/(m.ºC) .O custo unitário estimado por m2 de aplicação de isolamento e respectivo acabamento

(inclui mão de obra) é de 25 Euros por m2.







Aplicação de isolamento térmico sob o pavimento interior.





Descrição da Medida de Melhoria





Aplicação de 4 cm de isolamento térmico poliestireno expandido moldado (EPS), em placas sob o Pavimento em contacto com locais não aquecidos, reduzindo o valor do coeficiente de transmissão térmica em 1,33 W/(m2.ºC). A solução é constituída por aplicação mecânica e colagem de placas de isolamento pelo interior das coberturas exteriores, à qual se sobrepõe uma estrutura leve de perfis de aço galvanizado (tecto falso), revestidos com dupla placa de gesso cartonado de 13mm fixadas mecanicamente à estrutura metálica e acabamento final em pintura. O custo de investimento estimado para esta medida de melhoria será de 25 €.

A perda térmica associada a este elemento da envolvente é responsável por cerca de 1 % do total das perdas térmicas do imóvel. A Implementação isolada desta medida de melhoria permite estimar uma Classe Energética superior para o seu imóvel.







Explicação da Medida de Melhoria:



Aplicação de isolamento térmico sob o pavimento interior. Medida de melhoria destinada à redução das necessidades de energia de aquecimento por perdas pela envolvente e prevenção ou correcção de patologias construtivas. O custo de investimento inclui valor dos materiais bem como o valor da mão-de-obra para a sua aplicação. A forma de energia considerada: electricidade. Custo da Energia considerada: 0,1211 (€/KWh). A espessura do isolamento considerado é de 4 cm. O coeficiente de condutibilidade térmica do isolante é de 0,04 W/(m.ºC) .O custo unitário estimado por m2 de aplicação de isolamento e respectivo acabamento (inclui mão de obra) é de 25 Euros por m2. Deve ser verificado a compatibilidade com eventuais limitações resultantes do RGEU ou qualquer outro regulamento ou especificação municipal, bem como assegurar as eventuais autorizações da Câmara Municipal, ou qualquer outra entidade.









Medida associada a Vão Envidraçados



Substituição de caixilharia existente por uma nova caixilharia, melhoria das características solares dos vidros e introdução de protecção solar exterior nos vãos envidraçados que não possuírem.



Descrição da Medida de Melhoria





Substituição de caixilharias existentes dos vão envidraçados exteriores e dos vão envidraçados em contacto com locais não aquecidos (se existirem). As novas caixilharias deverão ter uma classe de permeabilidade ao ar do tipo classe 3, constituídas por aros, travessas e montantes em PVC, com sistema de abertura e configuração idênticos aos originais, vidros duplos incolores 6mm + 6mm de baixa emissividade, com caixa de ar de 16 mm em que 90% do espaço de ar deve ser preenchido por gás àrgon, com sistema de oclusão exterior do tipo persianas metálicas ou plásticas de cor clara (nos vãos que não possuírem), resultando um coeficiente de transmissão térmica (U) de 2,0 W/(m2.ºC) e factor solar do vidro de 0,41. Durante a operação de montagem, que deverá decorrer em apenas um dia, deverá ser tida em especial atenção a junta entre os caixilhos e as paredes, de forma a garantir o seu correcto isolamento e estanquicidade sem micro-fissuras que originem pontes térmicas ou infiltrações. Deverá ser isolado, em todo o seu perímetro, os restantes vãos exteriores opacos (portas de acesso ao imóvel).

Medida de melhoria proposta com período de retorno de investimento elevado e viabilidade económica limitada, esta deve ser adoptada numa perspectiva de melhoria das condições de conforto térmico. Esta medida reduz as perdas térmicas e elimina as condensações verificadas no interior da habitação, melhorando as condições de conforto dos espaços e deve ser considerada em contexto de uma intervenção de reabilitação ou remodelação do imóvel. A perda térmica associada a este elemento da envolvente é responsável por cerca de 12 % do total das perdas térmicas do imóvel. A implementação isolada desta medida de melhoria permite estimar uma Classe Energética superior para o seu imóvel.



Explicação da Medida de Melhoria:



Substituição de caixilharia existente por uma nova caixilharia, melhoria das características solares dos vidros e introdução de protecção solar exterior nos vãos envidraçados que não possuirem. Medida de melhoria destinada à redução das necessidades de energia de aquecimento e arrefecimento por perdas pela envolvente, à redução de perdas associadas à renovação do ar interior e prevenção ou correcção de patologias construtivas. A forma de energia considerada para aquecimento: electricidade. Custo da Energia considerada para aquecimento: 0,1211 (€/KWh). A forma de energia considerada para arrefecimento: electricidade. Custo da Energia considerada para arrefecimento: 0,1211 (€/KWh). O factor solar do vidro é de 0,41. O factor solar do vão envidraçado com os dispositivos de protecção solar 100% activados é de 0,03, a que corresponde a protecção solar exterior em persianas metálicas ou plásticas de cor clara. O coeficiente de transmissão térmica dos vãos envidraçados propostos é de 2,0 W/(m2.ºC). O custo unitário estimado por m2 de vão envidraçado (inclui mão de obra e material) é de 265 Euros por m2. Deve ser verificado a compatibilidade com eventuais limitações resultantes do RGEU ou qualquer outro regulamento ou especificação municipal, bem como assegurar as eventuais autorizações da Câmara Municipal, ou qualquer outra entidade.







Instalação de uma segunda caixilharia pelo interior mantendo a actual protecção exterior solar nos vãos envidraçados e introdução de protecção solar interior nos vãos que não possuírem.



Descrição da Medida de Melhoria



Instalação de uma segunda caixilharia pelo interior mantendo a actual protecção exterior solar nos vãos envidraçados e introdução de protecção solar interior nos vãos que não possuirem. As novas caixilharias deverão ter uma classe de permeabilidade ao ar do tipo classe 3, constituídas por aros, travessas e montantes em alumínio com corte térmico, com sistema de abertura e configuração idênticos aos originais, vidro simples incolor de 6mm, factor solar do vidro de 0,60, aplicação de oclusão interior do tipo cortinas opacas de cor clara (nos vãos que não possuirem), com espaçamento entre caixilhos de pelo menos 100mm, resultando um redução média ponderada do coeficiente de transmissão térmica (U) de 67 %.

O custo estimado do trabalho é de 100 €/m2 para a caixilharia, 25 €/m2 para a cortina opaca e 50 € por isolamento de contorno de cada porta exterior opaca de acesso ao imóvel. Estes valores incluem material e mão-de-obra e a limpeza e isolamento das caixilharias existentes. Durante a operação de montagem, que deverá decorrer em apenas um dia, deverá ser tida em especial atenção a junta entre os caixilhos e as paredes, de forma a garantir o seu correcto isolamento e estanquicidade sem micro-fissuras que originem pontes térmicas ou infiltrações. Deverá ser isolado, em todo o seu perímetro, os restantes vãos exteriores opacos (portas de acesso ao imóvel).



Explicação da Medida de Melhoria:



Instalação de uma segunda caixilharia pelo interior mantendo a actual protecção exterior solar nos vãos envidraçados e introdução de protecção solar interior nos vãos que não possuirem. Medida de melhoria destinada à redução das necessidades de energia de aquecimento e arrefecimento por perdas pela envolvente, à redução de perdas associadas à renovação do ar interior e prevenção ou correcção de patologias construtivas. O custo de investimento inclui valor dos materiais bem como o valor da mão-de-obra para a sua aplicação. A forma de energia considerada para aquecimento: electricidade. Custo da Energia considerada para aquecimento: 0,1211 (€/KWh). A forma de energia considerada para arrefecimento: electricidade. Custo da Energia considerada para arrefecimento: 0,1211 (€/KWh). O factor solar do vidro é de 0,60. O factor solar do vão envidraçado com os dispositivos de protecção solar 100% activados é de pelo menos 0,33, a que corresponde a protecção solar interior em cortinas opacas de cor clara. O custo unitário estimado por m2 de vão envidraçado (inclui mão de obra e material) é de 125 Euros por m2.







Instalação de protecção solar exterior do tipo, persiana metálica ou plástica de cor clara nos vãos envidraçados que não possuírem.



Descrição da Medida de Melhoria



Instalação de protecção solar exterior do tipo, persiana metálica ou plástica de cor clara nos vãos envidraçados que não possuirem. Resultando um facto solar do envidraçado com a protecção 100% activa de 0,07 para situação de vidro simples e de 0,04 para vãos envidraçados com vidro duplo e uma redução média ponderada do coeficiente de transmissão térmica (U) de 33 %. O custo estimado do trabalho é de 55 €/m2. Estes valores incluem material e mão-de-obra e a limpeza e isolamento das caixilharias existentes. Durante a operação de montagem, que deverá decorrer em apenas um dia, deverá ser tida em especial atenção a junta entre os caixilhos e as paredes, de forma a garantir o seu correcto isolamento e estanquicidade sem micro-fissuras que originem pontes térmicas ou infiltrações.



Explicação da Medida de Melhoria:



Instalação de protecção solar exterior do tipo, persiana metálica ou plástica de cor clara nos vãos envidraçados que não possuirem. Medida de melhoria destinada à redução das necessidades de energia de aquecimento e arrefecimento por perdas pela envolvente, e prevenção ou correcção de patologias construtivas. O custo de investimento inclui valor dos materiais bem como o valor da mão-de-obra para a sua aplicação.

A forma de energia considerada para aquecimento: electricidade. Custo da Energia considerada para aquecimento: 0,1211 (€/KWh). A forma de energia considerada para arrefecimento: electricidade. Custo da Energia considerada para arrefecimento: 0,1211 (€/KWh). O facto solar do envidraçado com a protecção 100% activa é de 0,07 para situação de vidro simples e de 0,04 para vãos envidraçados com vidro duplo e uma redução média ponderada do coeficiente de transmissão térmica (U) de 33 %. O custo unitário estimado por m2 de vão envidraçado (inclui mão de obra e material) é de 55 Euros por m2.







Medida associada a Ventilação





Instalação, nas fachadas, de aberturas permanentes auto-reguláveis e instalação de dispositivos de passagem de ar entre os compartimentos.



Descrição da Medida de Melhoria



Instalação, nas fachadas, de aberturas permanentes auto-reguláveis e instalação de dispositivos de passagem de ar entre os compartimentos. O custo estimado do trabalho para instalação de aberturas permanentes na caixilharia exterior é de 70 €/m2. O custo estimado do trabalho para instalação de dispositivos de passagem entre compartimentos é de 40 €/m2. Estes valores incluem material e mão-de-obra e a limpeza e isolamento das caixilharias existentes. Durante a operação de montagem, que deverá decorrer em apenas um dia, deverá ser tida em especial atenção a junta entre os caixilhos e as paredes, de forma a garantir o seu correcto isolamento e estanquicidade sem micro-fissuras que originem pontes térmicas ou infiltrações. Medida de melhoria proposta com periodo de retorno de investimento elevado e viabilidade económica limitada, esta deve ser adoptada numa prespectiva de melhoria das condições de conforto térmico e melhoria da qualidade do ar interior. Esta medida reduz as perdas térmicas e elimina as condensações verificadas no interior da habitação, melhorando as condições de conforto dos espaços e deve ser considerada em contexto de uma intervenção de reabilitação ou remodelação do imóvel. A perda térmica associada a este elemento da envolvente é responsável por cerca de 12 % do total das perdas térmicas do imóvel.



Explicação da Medida de Melhoria:



Instalação, nas fachadas, de aberturas permanentes auto-reguláveis e instalação de dispositivos de passagem de ar entre os compartimentos.

Medida de melhoria destinada à redução das necessidades de energia de aquecimento e arrefecimento por perdas pela renovação de ar interior, melhoria da qualidade do ar interior e prevenção ou correcção de patologias construtivas. O custo de investimento inclui valor dos materiais bem como o valor da mão-de-obra para a sua aplicação. A forma de energia considerada para aquecimento: electricidade. Custo da Energia considerada para aquecimento: 0,1211 (€/KWh). A forma de energia considerada para arrefecimento: electricidade. Custo da Energia considerada para arrefecimento: 0,1211 (€/KWh). O numero de renovações de ar interior por hora considerado, com esta medida de melhoria, é de 0,9 em vez de 1. O custo unitário estimado por compartimento (inclui mão de obra e material) é de 110 Euros. Deve ser verificado a compatibilidade com eventuais limitações resultantes do RGEU ou qualquer outro regulamento ou especificação municipal, bem como assegurar as eventuais autorizações da Câmara Municipal, ou qualquer outra entidade.







Medida associada a Climatização - Sistema de Aquecimento



Extensão da instalação de caldeira de condensação para aquecimento ambiente.



Descrição da Medida de Melhoria



Extensão da instalação da caldeira mural com câmara de combustão estanque, com tecnologia de condensação e microacumulação, para aquecimento ambiente por convecção ,alimentada a Gás propano, com 26,8 kW de potência nominal e eficiência de 1,09 (109 %) a 30% de carga nominal. O controlo do equipamento deve ser efectuado através de um display digital LCD para selecção de temperatura de aquecimento ambiente e diagnóstico de anomalia. O controlo remoto e receptor deverão estar incluídos (requer instalação). Instalação de radiadores em alumínio fundido, com tratamento anti-corrosivo nos compartimentos principais, estes devem possuir válvulas termostática para controlo de passagem de água e instalação de circuito fechado de água quente isolada com pelo menos 10mm de material isolante entre os radiadores e a caldeira. Deverá ser garantida a manutenção períodica ao equipamento de acordo com a legislação em vigor.



Explicação da Medida de Melhoria:



Extensão da instalação de caldeira de condensação para aquecimento ambiente. Medida de melhoria destinada ao aumento da eficiência do sistemas energético de climatização para aquecimento. O custo de investimento inclui valor dos equipamentos (radiadores e respectivas tubagens) bem como o valor da mão-de-obra para a sua instalação. A forma de energia considerada para aquecimento: electricidade. Custo da Energia considerada para aquecimento: 0,1211 (€/KWh). O custo unitário estimado por compartimento para material e mão de obra é de 300 Euros e 50 Euros, respectivamente.





Medida associada a Climatização - Sistema de Aquecimento e Arrefecimento



Substituição do equipamento actual e/ou instalação de sistema de ar condicionado multisplit reversível com bomba de calor tipo inverter com

classe energética A, para climatização



Descrição da Medida de Melhoria



Substituição do equipamento actual e/ou instalação de sistema de ar condicionado multisplit reversível com bomba de calor tipo inverter com classe energética A, para climatização, composto por unidade(s) exterior com uma potência nominal de Arrefecimento 8,0 Kw, consumo 2,19 Kw, EER de 3,45, potência nominal de Aquecimento 9,4 Kw, consumo 1,93 Kw, COP de 4,56 e capacidade máxima das unidades interiores até 13,6 KW, unidades interiores tipo mural com 2,5 Kw e outra com 3,5. Distribuição de fluído refrigerante R140a em tubagem cobre isolada 10mm O controlo do equipamento deve ser efectuado através de um display digital LCD para selecção de temperatura ambiente e diagnóstico de anomalia. O controlo remoto e receptor deverão estar incluídos (requer instalação). Deverá ser garantida a manutenção períodica ao equipamento de acordo com a legislação em vigor.



Explicação da Medida de Melhoria:



Substituição do equipamento actual e/ou instalação de sistema de ar condicionado multisplit reversível com bomba de calor tipo inverter com classe energética A, para climatização Medida de melhoria destinada ao aumento da eficiência do sistemas energéticos de climatização para aquecimento e arrefecimento. O custo de investimento inclui valor dos equipamentos bem como o valor da mão-de-obra para a sua instalação.

A forma de energia considerada para aquecimento e arrefecimento: electricidade. Custo da Energia considerada para aquecimento e arrefecimento: 0,1211 (€/KWh). O custo unitário de unidade interior estimado por compartimento para material e mão de obra é de 450 Euros e 85 Euros, respectivamente. O custo unitário de unidade exterior estimado para material e mão de obra é de 2400 Euros e 250 Euros, respectivamente









Medida associada a Sistemas de Energias Renováveis Colectores Solares Térmicos



Instalação de Sistema Solar Térmico individual



Descrição da Medida de Melhoria



Instalação de um Sistema solar individual, compacto, do tipo termo sifão em Kit ou monobloco, para produção de águas quentes sanitárias, composto por colectores solares planos perfazendo uma área total de 4 m2, instalado na cobertura ou terraço, evitando obstruções do horizonte, com azimute sul e inclinação 40º. O depósito de acumulação deve possuir 240 litros de capacidade com permutador de calor em camisa, com eficácia de 35%, localizado no exterior do imóvel e instalado na posicão horizontal, construído em aço vitrificado e possuindo isolamento térmico em espuma rígida de poliuretano com 50mm de espessura. A rede de transporte de fluído deve ser isolada e protegida mecanicamente. O controlo do sistema é efectuado por comando diferencial ligado a sondas de temperatura. O painél deve ter certificação Solar Keymark e contracto de manutenção do sistema por um período mínimo de 6

anos e ser instalado por técnicos acreditados pela DGGE. O custo de investimento estimado para esta medida de melhoria será de 2.900 €, para uma redução anual da factura energética de 294 € e período de retorno simples do investimento de 10 anos.



Explicação da Medida de Melhoria:





Instalação de Sistema Solar Térmico individual Medida de melhoria destinada ao aumento da eficiência do sistemas energético de preparação de água quentes sanitárias. O custo de investimento inclui valor do equipamento bem como o valor da mão-de-obra para a sua instalação. A forma de energia considerada: Gás propano. Custo da Energia considerada: 0,135 (€/KWh). A medida de melhoria estudada prevê um consumo diário de litros, 365 dias por ano, ou seja um consumo de referência de 40 litros por habitante e por dia. O numero de ocupantes considerado é de 4. O Valor da contribuição do sistema de colectores solares calculado é de 2178 (KWh/ano











































RECOMENDAÇÕES COMPORTAMENTAIS







Melhores práticas e pequenas acções para poupar energia





O consumo de energia na nossa habitação depende de diversos factores, tais como a zona onde se situa a casa, a qualidade de construção, o nível de isolamento, o tipo de equipamentos utilizados e até o uso que lhe damos.







Aquecimento



No Inverno, a temperatura no interior da habitação deve situar-se nos 20 °C: por cada grau adicional consumimos entre 7% a 10% da energia total necessária para aquecer toda a casa.



Quando o aquecimento está ligado, deve manter sempre as janelas e portas fechadas.



Recomendamos que aqueça apenas as áreas da casa que realmente utiliza e que feche as portas das salas e quartos que não estão a ser utilizados.



Uma boa forma de prevenir a entrada de ar frio, implicando uma pequena despesa, consiste em instalar um painel isolante nas caixas dos estores de enrolar para reduzir as entradas de ar frio e evitar desperdícios desnecessários de energia.



À noite, manter os estores de enrolar fechados sempre que possível.



Nos dias de sol, aproveitar ao máximo a entrada de radiação solar na habitação, para aquecê-la gratuitamente.



Se não achar conveniente substituir as janelas com vidros simples por vidros duplos e caixilhos com isolamento, recomenda-se a aplicação de fita de isolamento nos caixilhos das janelas.



Ventile regularmente a habitação, abrindo as janelas apenas alguns minutos de cada vez.



Colocar Piso Radiante: Os radiadores de água quente podem ser substituídos por uma serpentina em tubo flexível onde circula água quente, estando o mesmo embutido no chão das divisões. Desta forma, o solo converte-se em emissor de calor. A temperatura a que tem que se aquecer a água é muito inferior (normalmente entre os 30ºC e os 40 ºC) face a um sistema de aquecimento tradicional.



Uma temperatura de 20ºC é suficiente para manter o conforto numa habitação. Nos quartos a temperatura pode variar entre os 15ºC e os 17ºC.



Ligue o aquecimento só após ter arejado a casa e fechado as janelas.



As válvulas termostáticas em radiadores e os termóstatos programáveis são soluções práticas, fáceis de instalar e que podem amortizar rapidamente o investimento realizado através de importantes poupanças de energia (entre 8% e 13%).



Se se ausentar por umas horas, reduza a posição do termóstato para os 15ºC (o modo de “economia” de alguns modelos corresponde a esta temperatura).



Não espere que os aparelhos se degradem. Uma manutenção adequada da caldeira individual poupar-lhe-à até 15% em energia.



No caso dos radiadores a água, o ar que possam conter no seu interior dificulta a transmissão de calor da água quente para o exterior. É conveniente purgar este ar, pelo menos uma vez por ano, no início da utilização. No momento em que deixe de sair ar e passe apenas a sair água, a purga estará feita.



Não cubra os radiadores nem encoste nenhum objecto, pois dificultará a adequada difusão do ar quente.



Para ventilar completamente uma habitação é suficiente abrir as janelas por um período de 10 minutos. Não é necessário mais tempo para a renovação do ar.



Feche as persianas e cortinas durante a noite para evitar perdas de calor significativas.



A utilização de soluções com termóstatos electrónicos de alta sensibilidade, são uma excelente opção, além de não aquecerem o desnecessário, desligam-se automaticamente quando a temperatura é estabelecida por outra fonte, permitindo ainda o controle da humidade relativa, melhorando o conforto e consequente redução de consumo energético.





Ar Condicionado



Devem ser instalados aparelhos de ar condicionado de Classe A: Estes aparelhos são mais eficientes em termos de desempenho e poupança de energia. Prefira sempre modelos “inverter” que ajustam a potência do sistema de acordo com as variações da temperatura da divisão e verifique o valor EER expresso na etiqueta: quanto maior, melhor. Seleccione uma temperatura que seja cerca de 5 graus inferior à temperatura

exterior, para evitar variações bruscas que são prejudiciais para a saúde. Em geral, um aparelho regulado para 24 a 26 °C é suficiente para combater os efeitos do calor excessivo. Seguindo algumas sugestões simples pode evitar situações de sobreaquecimento da sua habitação no Verão ao mesmo tempo que reduz a utilização do ar condicionado: ventile a habitação à noite, evite a entrada de ar quente durante a tarde, use os estores para proteger as janelas da habitação, etc.



Água Quente



Com uma simples operação do tipo faça você-mesmo e com um custo razoável, pode instalar redutores do caudal de água nos chuveiros e nas torneiras.

Mantendo o mesmo nível de conforto, poderá reduzir o consumo de água e da energia necessária para a aquecer. De qualquer forma, deverá sempre fechar a torneira nos intervalos em que não precisa da água quente.

Prefira tomar duche em vez de banho de imersão: para um duche normal são necessários cerca de 30 a 50 litros de água enquanto que para encher uma banheira são necessários cerca de 150 litros.

Os esquentadores a gás são mais eficientes que os termoacumuladores eléctricos.

Os sistemas com acumulação de água quente são mais eficientes que os sistemas de produção instantânea e sem acumulação.

É muito importante que os acumuladores e as tubagens de distribuição de água quente estejam bem isolados.

Um duche pode consumir cerca de quatro vezes menos água que um banho de imersão. Tenha isso em conta.

Evite fugas e o pingar das torneiras. O simples gotejar de uma torneira pode significar uma perda de 100 litros de água por mês.

Coloque nas torneiras redutores de caudal de água.

Os reguladores de temperatura com termóstato, principalmente no duche, podem poupar entre 4% a 6% de energia.

Uma temperatura entre os 35ºC e os 40ºC é mais do que suficiente para ter uma sensação de conforto na higiene pessoal.

Troque as torneiras independentes de água fria e água quente por aquelas que misturam as água de diferentes temperaturas.

Os sistemas de duplo botão ou de descarga parcial para o autoclismo, poupam uma grande quantidade de água.

Um bom isolamento é a base da poupança em climatização.

O aquecimento representa quase metade da energia que consumimos em casa.

Os telhados e as janelas são responsáveis pela saída do calor interior no Inverno assim como pela entrada do calor exterior no Verão.

É importante ajustar a temperatura do aquecimento ás necessidades reais de cada zona da nossa habitação.

Para a produção de água quente são aconselháveis os sistemas com acumulação.

Analisar e comparar anualmente os consumos de energia, é uma mais valia que permite realizar propostas de melhoria energética e controlar os custos.

A soma de uma correcta manutenção e um bom sistema de regulação permite poupanças totais superiores a 20% nos serviços comuns.

Em geral, os sistemas eléctricos de aquecimento e produção de água quente sanitária não são recomendáveis do ponto de vista energético. Dentro das variantes de aquecimento eléctrico, os sistemas mais adequados são a bomba de calor e a acumulação com tarifa bi-horária. Os menos adequados são os elementos individuais (radiadores eléctricos, convectores, etc.) distribuídos pelas habitações.





Frigoríficos e Congeladores



Se tiver de substituir o seu frigorífico ou congelador, sugerimos que compre um da Classe A+ ou Classe A++, com baixo consumo que utiliza cerca de metade da energia consumida por um dos antigos modelos.

Deve regular sempre o controlo de temperatura do frigorífico para um valor médio para evitar desperdícios inúteis de energia.

As temperaturas ideais variam entre os +4 °C no compartimento mais frio e os +10 °C no compartimento mais quente e podem ser obtidas colocando o botão de controlo numa posição intermédia entre as temperaturas mínima e média.

As temperaturas inferiores a estas levam a um aumento do consumo de energia de 10 a 15%. Limpe o condensador, que é a serpentina instalada na parte de trás do frigorífico, pelo menos uma vez por ano, para manter a eficiência do aparelho e evitar um aumento do consumo de energia.



Máquina de lavar e secar roupa



Considere a possibilidade de substituir a sua velha máquina de lavar por um novo modelo de Classe A (ou superior).

Estes modelos consomem cerca de metade da energia consumida por modelos mais antigos.

Utilize a máquina de lavar sempre com carga completa.

Duas lavagens utilizando a meia carga gastam mais energia do que uma lavagem com carga completa.

Seleccione programas de lavagem a baixa temperatura (30-40 °C): os detergentes actualmente disponíveis no Mercado garantem excelentes resultados de lavagem mesmo a baixas temperaturas.







Máquinas de Lavar Loiça



Considere a possibilidade de substituir a sua máquina de lavar loiça antiga por um novo modelo da Classe A.

Utilize a máquina de lavar loiça apenas com uma carga completa. Se tiver pouca loiça para lavar, utilize um ciclo rápido ou ciclo de lavagem a frio para fazer uma espécie de pré-lavagem.

Pode deixar, em seguida, a loiça na máquina até que tenha uma carga completa sem que isso cause problemas de mau cheiro.

Seleccione uma temperatura da água que não seja demasiado alta, por exemplo colocando o botão de controlo nos 50 ºC. Sugerimos que evite utilizar o programa de

secagem.

Abrindo a porta e permitindo uma boa ventilação, poderá obter o mesmo resultado e

poupar 45% de energia.

Utilize a água quente solar para lavar a louça, permitindo significativa poupança de energia.



Fornos Eléctricos



Os fornos eléctricos dispõem de uma etiqueta energética que podem auxiliá-lo na selecção do modelo mais eficiente (Classe A)

Devem ser preferidos os fornos eléctricos com ventilação em vez dos fornos tradicionais pois ao fazerem a circulação do ar quente, estabelecem uma temperatura homogénea no interior do forno, reduzindo o consumo de energia. Além disso, devido à ventilação interna, é possível cozinhar diferentes alimentos ao mesmo tempo, poupando assim tempo e energia.

Desligue o forno alguns minutos antes de concluída a cozedura para utilizar o calor residual.



Fornos de micro-ondas



Sugerimos que utilize o forno de micro-ondas sempre que as características dos alimentos a cozinhar o permitam.

Os fornos de micro-ondas consomem metade da energia consumida pelos fornos tradicionais pois cozinham os alimentos mais rapidamente e não necessitam de qualquer pré aquecimento (o tempo de cozedura é reduzido em 25%).



Equipamentos eléctricos e electrónicos



Alguns electrodomésticos (TV, gravadores de vídeo, computadores, fornos de micro-ondas, etc.) podem ser deixados na posição de “stand by” (modo de espera), o que é indicado por uma pequena lâmpada acesa no painel do aparelha.

Esta posição reduz o consumo de energia mas não o elimina totalmente.

Numa casa, o consumo total em stand by pode ser equivalente a ter uma lâmpada de 60 Watts ligada continuamente

A forma mais simples de eliminar qualquer desperdício de energia quando os aparelhos não estão a ser utilizados é ligar todos os aparelhos a uma tomada de corrente múltipla equipada com um interruptor: desligando o interruptor da tomada de corrente, todos os aparelhos que estejam ligados a essa tomada deixam de consumir energia.







Sistemas de iluminação



A luz faz parte da nossa vida. Por esta razão é uma das necessidades energéticas mais importantes nos nossos lares, representando cerca de 20% da electricidade que consumimos em casa.



Utilize sempre que possível lâmpadas economizadoras de energia, hoje existem soluções de iluminação LED, com poupança de +/- 80% e durabilidade até mais de 20 vezes.



Em comparação com as lâmpadas tradicionais, uma lâmpada economizadora fluorescente por exemplo, consome até 75% menos energia, mantendo o mesmo nível de iluminação.



As lâmpadas economizadoras são mais caras mas duram muito mais (cerca de 10.000 horas em vez das 1.000 horas das lâmpadas incandescentes).

Recomendamos que substitua as lâmpadas incandescentes tradicionais por lâmpadas economizadoras de energia especialmente nas salas em que estão acesas mais tempo: quanto mais tempo as utilizar maior será a sua redução de custos.



A eficácia luminosa de uma lâmpada é a quantidade de luz emitida por unidade de potência eléctrica (W) consumida. Mede-se em “lumens por watt” e permite comparar a eficiência de diferentes fontes de luz. A eficácia luminosa das lâmpadas incandescentes situa-se entre os 12 lm/W e os 20 lm/W, sendo que, para as lâmpadas fluorescentes, a eficácia situa-se entre os 40 lm/W e os 100 lm/W.



Sempre que possível, utilize luz natural assim como soluções de aproveitamento da mesma.

Prefira cores claras nas paredes e tectos. Aproveitará melhor a iluminação natural e poderá reduzir a artificial.

Não deixe luzes acesas em divisões que não estão a ser utilizadas.

Reduza ao mínimo a iluminação ornamental em zonas exteriores (jardins, etc.).

Mantenha limpas as lâmpadas e respectivas protecções ou ornamentos. terá mais luminosidade, sem aumentar a potencia.

Substitua as lâmpadas incandescentes pelas de baixo consumo. Para um nível idêntico de iluminação, poupam até 80% de energia e duram 8 vezes mais. Na substituição, dê prioridade às que têm mais uso.



Para alem de poupar, conseguirá ambientes mais confortáveis.



Coloque reguladores de intensidade luminosa electrónicos. Poupará energia.



Use lâmpadas tubulares fluorescentes onde necessite de luz por muitas horas, como por exemplo, na cozinha.



Nos halls, garagens ou zonas comuns, coloque detectores de presença para que as luzes se acendam e apaguem automaticamente.



Instale soluções de estabilização e controle de consumo energético, que lhe permitirão poupar entre 20% a 40% da energia consumida, obtendo-se um período de retorno inferior a um ano.



Isolamentos



Se vai construir ou reconstruir uma habitação não poupe nos isolamentos de todos os acabamentos exteriores. Ganhará em conforto e poupará dinheiro em climatização. Instale janelas com vidro duplo ou janelas duplas e caixilharias com corte térmico. Descubra as correntes de ar. Por exemplo, num dia de muito vento, coloque uma vela acesa junto ás janelas, portas, condutas ou qualquer outro lugar por onde possa passar o ar exterior. Se a chama oscilar, localizou um ponto onde se produzem infiltrações de ar.

Para tapar fugas ou diminuir as infiltrações de ar de portas e janelas, pode utilizar materiais fáceis e baratos como o silicone, massa ou fitas isolante



Energias Renováveis



Além da captação directa da energia solar a partir dos elementos estruturais dos edifícios, existem outras possibilidades de aproveitar as energias renováveis em nossa casa, mediante a utilização de equipamento específico capaz de transformar em energia útil, a proveniente do sol ou do vento.



Os mais comuns são os painéis solares e as caldeiras da biomassa, a titulo de exemplo, a biomassa, em termos de custo de combustível, situa-se hoje, em cerca de 50% dos combustíveis fósseis usados, tendendo a que esta diferença se acentue..



A energia solar térmica integra-se nos novos edifícios como uma instalação adicional que pode garantir uma parte importante das necessidades de água quente sanitária, aquecimento e refrigeração.



A refrigeração com energia solar é uma das aplicações com mais futuro, já que as épocas de maior radiação solar coincidem com o período de maior necessidade de refrigeração.



A biomassa é uma excelente opção para combinar com a energia solar térmica na produção de água quente e aquecimento. Adicionalmente, a biomassa é um combustível mais barato e ecológico que os convencionais, permitindo ainda gerar emprego nas zonas rurais, prevenir incêndios e manter os ecossistemas.







Energia fotovoltaica, microgeração e Minigeração

Instalações ligadas à rede eléctrica: podem ser centrais fotovoltaicas (de qualquer potência) ou instalações integradas ou sobrepostas nos edifícios (fachadas e telhados).



Nestas instalações, o investimento é recuperado mediante a venda de energia produzida a uma tarifa regulada, num curto espaço de tempo, sendo uma excelente opção financeira. Hoje os contratos com soluções bonificadas, têm em média a duração de 15 anos, com a recuperação do investimento, entre o sexto e ooitavo ano, sendo certo que a restante produção, até ao décimo quinto ano e posteriormente, permitem em muito reduzir a factura da energia eléctrica, além de ajudar o meio ambiente com a redução de toneladas de CO2.



O consumo de energia de uma casa tem um grande impacto na nossa qualidade de vida e no rendimento familiar. Por isso, na hora da aquisição é muito importante solicitar informação sobre a eficiência energética da casa, tanto dos seus componentes estruturais como dos sistemas de climatização e produção de água quente e ter em conta a qualidade das instalações.



Os equipamentos para aproveitamento térmico da energia solar constituem um desenvolvimento tecnológico fiável e rentável para a produção de água quente sanitária no sector da habitação.



Um edifício eficiente, com boa arquitectura bio climática, pode atingir poupanças de até 70% para a climatização e iluminação da casa.



É possível utilizar as energias renováveis no fornecimento de energia, incorporando equipamentos que aproveitem a energia proveniente do sol, do vento e da biomassa.

Desde 2007 generalizou-se em toda a Europa, com carácter obrigatório, a certificação energética dos edifícios, a qual proporciona informação sobre a eficiência energética de cada casa, em função das características do isolamento, vidros, sistemas de aquecimento, produção de água quente sanitária e ar condicionado.



Janelas



Se vai construir ou reconstruir uma habitação não poupe nos isolamentos de todos os acabamentos exteriores. Ganhará em conforto e poupará dinheiro em climatização. Instale janelas com vidro duplo ou janelas duplas e caixilharias com corte térmico. Descubra as correntes de ar. Por exemplo, num dia de muito vento, coloque uma vela acesa junto ás janelas, portas, condutas ou qualquer outro lugar por onde possa passar o ar exterior. Se a chama oscilar, localizou um ponto onde se produzem infiltrações de ar.



Para tapar fugas ou diminuir as infiltrações de ar de portas e janelas, pode utilizar materiais fáceis e baratos como o silicone, massa ou fitas isolantes.



Cerca de 25% a 30% das nossas necessidades de aquecimento são devidas ás perdas de calor que se originam nas janelas.



O isolamento térmico de uma janela depende da qualidade do vidro e do seu caixilho. Os sistemas de vidro duplo ou janela dupla reduzem praticamente para metade as perdas de calor, face ao vidro normal, para além de diminuírem as correntes de ar, a condensação de água e a formação de gelo.



O tipo de moldura é igualmente determinante.



Alguns materiais como o ferro ou o alumínio caracterizam-se pela sua alta condutividade térmica, pelo que permitem a passagem do frio ou do calor com muita facilidade. São de destacar as caixilharias denominadas com corte térmico, as quais contêm material isolante entre a parte interna e externa.

domingo, 6 de março de 2011

Solio – Tenha sempre bateria!



A energia solar é tão poderosa que a quantidade que cai na Terra numa hora é equivalente à energia utilizada pela população mundial durante um ano inteiro. Esta energia pode ser capturada e convertida em electricidade.






O Solio foi desenhado para recolher energia solar, encurtando o processo de a transformar em electricidade através da utilização de células fotovoltaicas. Estas células convertem a luz solar em electricidade que pode ser utilizada de imediato. O processo é rápido, limpo e insonoro e, pelas características que o Solio apresenta, facilmente transportável.










Benefícios Ambientais - Dicas para aproveitar todo o potencial do Solio e proteger o ambiente






◦Pode carregar o seu Solio tanto quanto quiser, a energia é gratuita e ajuda o amibiente.


◦Carregar o Solio directamente sob a luz solar no exterior resultará em melhor rendimento.


◦O Solio está desenhado para ter uma vida útil bastante longa.


◦O Solio é pequeno (120 x 34 x 63.5 mm e 158 g de peso) e poderá levá-lo consigo para qualquer lado.


◦Ao utilizar o Solio para substituir os carregadores de parede em casa ou em viagem, estará a reduzir os custos do consumo de energia e o número de carregadores que terá que transportar para os diferentes dispositivos que possui.


◦A empresa produtora do Solio, a Better Energy Systems, planta árvores em florestas com bio-diversidade sustentável para compensar o dióxido de carbono produzido com o fabrico dos sistemas Solio.


Características do Solio Classic






◦Carregador multi-dispositivos – compatível com mais de 3200 aparelhos.


◦Mantém um carregamento durante o período de um ano.


◦Poderá carregá-lo usando luz solar, uma porta USB ou um carregador de parede opcional.


◦Carregamento inteligente, não sobrecarrega.


Especificações Técnicas do Solio Classic






◦Bateria interna de longa-duração – bateria Litium-Ião 1650Amh.


◦3 células solares de elevada eficiência.


◦Botão iniciar LED multi-funções.


◦Entrada para cabo carregador USB/AC.


◦Saída de carga.


◦4.8 Watts.






Adaptadores e Cabos incluídos na embalagem






◦Cabo de carregamento USB


◦Cabo auxliar de adaptadores para carregamento


◦Ventosa


◦Fichas de carregamento para telemóveis Samsung, Nokia, Mini USB (Motorola, Backberry), Sony Erickson, LG


◦USB fêmea para carregamento de iPod e outros leitores MP3


Para carregamento de iPhone, iPhone 3G e 3GS terá que ser adquirido o adaptador adicional.






Tempos de Bateria e Carregamento






◦Tempo de carregamento solar: +9 horas (estimadas)


◦Saída de energia: 4,7 horas


◦Tempo de carregamento USB: 9 horas


◦Capacidade de Bateria: 1650mAh – Litium-ião


◦Saída de energia: ~ 5 Watts


◦Painéis solares: 3 painéis de elevada eficiência


◦Protecção de sobrecarregamento: sim, 4 níveis


Tempos de Conversação e Reprodução






Um carregamento Solio completo fornece + 132 horas de reprodução e + 10 horas de conversação. Alguns tempos-referência:






COMPUTADOR DE BOLSO/PDA: iPhone – 4,9 horas de conversação; Blackberry – 6 horas de conversação






GPS: Tom Tom One (3ª Geração) – 6,5 horas de navegação; Garmin Nuvi 200> – 5,4 horas de navegação






MÚSICA: Apple iPod Nano (3ª Geração) – 56 horas de reprodução; Apple iPod Touch (1ª Geração) . 44,9 horas de reprodução






CÂMERA: Canon PowerShot SD1100 IS – 354 fotografias; Kodak M763 – 421 fotografias






Este é um dos raros casos em que a tecnologia nos inspira e instiga à consciência ambiental, ao mesmo que nos permite a manutenção de um estilo de vida no qual os gadgets se tornam parte integrante de forma inevitável. Caso para dizer, ó Solio mio!

Produto á venda na LOJA SOLAR PROJECT de Vila Nova de Gaia

sábado, 5 de março de 2011

Energia do planeta pode ser 100% renovável em três décadas

Um polêmico estudo elaborado pelos pesquisadores Mark Z. Jacobson e Mark A. Delucchi, da Universidade da Califórnia, em Davis, e publicado na revista “Energy Policy”, assegura que 100% da energia consumida no planeta poderia ser obtida de fontes completamente limpas e renováveis em um prazo de três ou quatro décadas.




No relatório se garante que esta energia teria um custo comparável ao da energia convencional que utilizamos na atualidade, e consideram que a conversão ao novo sistema seria um desafio como o do projeto Apolo, com o qual fomos à Lua na década de 1960.



O projeto consiste na utilização de 90% da eletricidade procedente das fontes eólicas e solares. O resto da energia necessária, 8%, poderia ser gerada a partir das fontes geotérmicas e hidroelétricas, enquanto os restantes 2% se extrairia da energia produzida pelas ondas e pelas marés.



No entanto, embora os dois cientistas tenham tentado dar resposta a muitas das dúvidas que se colocam no setor das energias renováveis, a controvérsia já está aberta: segundo alguns pesquisadores, esta é uma concepção otimista demais sobre o futuro das energias limpas.






Substituir o petróleo

Para Antonio Chica, cientista titular do Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) no Instituto de Tecnologia Química de Valência, Espanha, "é preciso ser muito prudente na hora de afirmar que podemos nos servir de energias renováveis no tempo que indica este relatório”.



“Não se pode prever a provisão futura de petróleo, as altas de preços que possa ter ou os conflitos que se possam gerar em torno dele. Embora em questão tecnológica seja certo que, por exemplo, já há países que utilizam energia eólica ou solar que produz eletricidade em grandes quantidades e de uma maneira bastante fácil", diz.



Segundo Jacobson e Delucchi, os meios de transporte seriam movidos por energia elétrica procedente de renováveis, eliminando completamente a dependência do petróleo. Carros, trens, navios seriam impulsionados por motores elétricos alimentados por pilhas de combustível, baseadas em hidrogênio obtido mediante eletrólises de água.



"Agora todas as grandes indústrias do automóvel estão trabalhando em alternativas que não utilizem petróleo e as alternativas são baterias e pilhas de combustível ainda em desenvolvimento. Essa pesquisa se deve a que a indústria é consciente de que o petróleo tem um tempo limitado", adverte Antonio Chica.



"Mas para eles tanto faz que seja petróleo, hidrogênio ou qualquer energia renovável, o que lhes importa é que seja o mais barato e, por enquanto, o mais barato continua sendo o petróleo pela infraestrutura já existente que possui”, comenta.



“O mercado não vai se movimentar porque se polui mais ou menos. Os governos são os que teriam que direcionar o processo, assim como os níveis de poluição", também assinala o cientista.




Esta transição para estas novas formas de energia traz uma despesa de adaptação tecnológica, mas Jacobson e Delucchi opinam que não é preciso que desenvolvamos nenhuma nova tecnologia porque elas já existem e se encontram disponíveis.



Jacobson e Delucchi apresentam um planeta semeado de sistemas eólicos e solares entre os quais se pudesse redistribuir a energia elétrica estacionária. Recolher o que o vento produz durante a noite e a energia solar durante o dia, e aproveitar ao máximo os excessos de geração que se produzem em algumas regiões e poder enviar para outras com mais dificuldades para gerá-las.



Quanto à instalação de turbinas eólicas, um dos maiores problemas é a das grandes superfícies que são necessárias para sua instalação. O número delas que aparece no projeto é tão grande que seria preciso cobrir 0,6% da terra firme disponível.



Mas Jacobson também tem resposta para este problema e propõe que "a maioria da terra existente entre as turbinas eólicas possa ser utilizada para a pecuária ou a agricultura". Além disso acrescenta outra alternativa: instalá-los sobre plataformas flutuantes no mar.



Jacobson, reconhecido professor de engenharia civil especializado em temas ambientais, assegura que não existem barreiras de caráter tecnológico ou econômico para substituir todas as fontes de energia que utilizamos na atualidade por outras que sejam limpas e renováveis, e que o maior desafio é superar as barreiras políticas que o impedem