sábado, 9 de maio de 2009

Dicas para reduzir o consumo de energia e combater as alterações climáticas

Veja algumas dicas para reduzir o consumo de energia e combater as alterações climáticas:Em casa: - Use a máquina de lavar roupa na capacidade máxima, optando pela lavagem em água fria. Poupará energia e a roupa durará mais tempo;- Prefira lâmpadas de baixo consumo. Estas utilizam menos 80% de energia e duram até oito vezes mais que as lâmpadas comuns.- Na altura de comprar um electrodoméstico, certifique-se do nível de energia e água que despende, optando por electrodomésticos classificados com a Categoria A;- Descongele o congelador antes que a camada de gelo atinja mais de 3 mm de espessura: conseguirá atingir poupanças energéticas até 30%. Ajuste o termóstato do frigorífico a uma temperatura de 6ºC e do congelador a 18ºC;- Sempre que escovar os dentes ou se ensaboar no duche, feche a torneira.No trabalho:- Desligue o monitor do computador durante a pausa para refeição. Poderá programar para que se desligue automaticamente (basta que procure esta facilidade nas opções de protecção de ecrã). Não deixe o equipamento ligado no final de cada dia de trabalho;- Utilize equipamentos de baixo consumo energético;- Apague as luzes ao sair do escritório. Não acenda luzes que não são necessárias, procure aproveitar a luz natural o máximo possível;- Recicle e reutilize o papel. Procure imprimir e fotocopiar em ambos os lados das folhas.Nas deslocações:- Prefira a bicicleta. Não só fará mais exercício como ajudará na redução das emissões de Dióxido de Carbono. Opte pelo uso de transportes públicos em vez do seu automóvel, sempre que possível;- Partilhe o seu transporte com familiares, amigos ou vizinhos, se o automóvel tiver mesmo de ser o seu meio de deslocação de eleição;- Desligue o motor sempre que estiver parado por mais de 30 segundos;- Verifique a pressão dos pneus, já que uma diferença, mesmo que mínima, quanto aos valores da pressão correcta pode significar um aumento de combustível na ordem dos 5%.Atitudes menos consumistas:- Recicle, reutilize e repare. Acções deste tipo reduzem o consumo e, por conseguinte, a produção de CO2 proveniente da produção industrial;- Partilhe as subscrições de revistas e jornais com amigos e familiares. Depois de lê-los, utilize-os para limpar espelhos ou recicle-os;- Quando for ao supermercado, leve os seus próprios sacos e eleja verduras e frutas sem invólucros plásticos, vidro ou papel, de preferência de produção local.

Por: Rita Afonso@ e WWF

Portugal está aquém da meta das renováveis

Nem Portugal nem os 27 no seu conjunto devem conseguir atingir em 2010 o objectivo traçado pela União Europeia para as energias renováveis. Bruxelas repara no avanço, mas diz que não deve ser suficiente.O relatório para este ano avalia o progresso feito, até ao momento, sobre as quantidades de renováveis utilizadas quer na electricidade quer nos transportes.No ano que vem, 39% da electricidade consumida em Portugal deveria ser de origem verde. Para atingir tal objectivo, Portugal precisaria de aumentar a parcela das renováveis de 32,5% para 39%. No entanto, em 2006, apenas 31% tinham tal origem, o que quer dizer que o país não continuou o avanço antes alcançado (zero), assinala o relatório de progresso. A maior parte do esforço foi atingido, diz o documento, entre 2004 e 2006, altura em que se registou um crescendo de 2,6 pontos percentuais. "É de notar que a parcela de electricidade de origem renovável na Áustria, França, Letónia, Portugal, Roménia e Eslovénia foi inferior em 2006 do que no ano de referência", que no caso é 1997. "Por isso, estes países precisam de fazer mais para reverter a tendência negativa", refere o documento.Já para os transportes, Portugal está bem mais próximo dos objectivos programados. Em 2010, 5,75% do combustível consumido deve ser de origem biológica.Bruxelas queria que no ano que vem, 21% da energia consumida nos países da União fosse produzida a partir de fontes renováveis. Mas no ponto de situação que agora publica, admite que, muito provavelmente, a parcela das renováveis não deverá ultrapassar os 19%. No que respeita o combustível utilizado nos transportes, Bruxelas, pretendia que 5,75% fosse de origem ecológica, mas é possível que apenas 4% o sejam. Para o cômputo vale o biocombustível, o biodisel e o bioetanol. Em 2006, mais de metade dos países europeus estava aquém dos objectivos.As metas europeias para as renováveis fazem parte do plano maior da Comissão de reduzir as emissões de gases com efeito estufa e diminuir a dependência dos combustíveis fósseis, como o petróleo.
Por: Célia Marques AzevedoJN

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Cartoons
















quinta-feira, 7 de maio de 2009

Tijolo ecológico

Tijolo modular de solo-cimento?
O tijolo modular de solo-cimento, também conhecido como tijolo ecológico, é um produto de alta qualidade, resultado da mistura do solo e de uma percentagem de cimento, e depois moldado sob alta pressão e deixado à cura por 28 dias. É usado na construção de casas, edifícios e muros, onde se procura aliar o excelente efeito estético da alvenaria aparente com as qualidades inerentes do solo, como baixa transmissão térmica (a temperatura no interior da casa fica mais agradável) e isolamento acústico.

Como surgiu o tijolo modular de solo-cimento?
A técnica de se produzir tijolos a partir do solo e cimento surgiu há mais de 50 anos. De fato, o solo estabilizado com cimento já é usado há quase um século na construção de estradas. Nos anos 50, com a invenção de uma prensa manual para se produzir os tijolos, a técnica se espalhou pelo mundo todo, e obteve apoio de importantes órgãos mundiais, como a Unesco. Hoje o tijolo de solo-cimento é amplamente aceito como material de construção de alta qualidade, não só pelos estudos realizados por várias universidades, mas também pelo grande número de obras já realizadas, as quais ao longo do anos demonstraram solidez e resistência.

Qual o tamanho/formato do tijolo?
O tamanho do tijolo varia de acordo com a tradição de alvenaria de cada país/região. Na Europa e nos Estados Unidos é comum o tijolo maciço com dimensões 29,5 x 14,5 x 9 cm. No Brasil, o formato mais popular é o tijolo 25 x 12,5 x 6,5 cm, com 2 furos de diâmetro 6,5 cm. Esses furos são usados como fôrma para pilaretes embutidos ou para a passagem de tubulação elétrica e hidráulica.

Como é uma construção com esse tijolo?
Na construção com tijolo modular, a fundação segue os mesmos princípios que a construção com alvenaria comum, mas as dimensões das paredes têm que seguir a modulação do tijolo. A laje e o telhado também são feitos de maneira convencional. O grande diferencial do tijolo modular é exatamente a alvenaria (paredes). Com a alvenaria aparente feita de tijolo modular de solo-cimento, economiza-se cerca de 40% com relação à alvenaria convencional, e ainda se tem a vantagem da beleza, conforto térmico e acústico.

A construção com esse tijolo é confiável?
A construção com tijolo modular de solo-cimento é totalmente segura e confiável. Estudos realizados por respeitados engenheiros e pesquisadores demonstram que uma parede construída com o tijolo modular e reforçada com pilares de concreto embutidos nos furos chega a ser mais resistente que a parede de alvenaria convencional. Soma-se a isso o fato de que o tijolo adquire mais resistência com o tempo, porque o cimento continua reagindo, mesmo depois de alguns anos.

Microgeração - A mais rentável aplicação financeira


EcoCasa arranca em Coimbra


O projecto “EcoCasa – Água”, uma iniciativa conjunta entre as Águas de Coimbra e a Quercus, começa no próximo ano, com 15 famílias a ver o seu consumo de água analisado

A iniciativa vai levar a avaliação contínua do consumo doméstico de 15 famílias, dez residentes na Quinta da Portela e outras cinco fora deste condomínio.

Depois da análise de consumo, vão ser feitas as recomendações para o uso eficiente da água.

O sistema vai permitir saber, em tempo real, quantos litros de água foram gastos e caracterizar os diferentes usos domésticos para depois se fazer um plano de eficiência, que inclui a instalação de redutores de caudal e a entrega de fichas de recomendação.


Soluções disponiveis, na SOLAR PROJECT

Programa pioneiro permitiu poupar 265 litros de água/dia







Um programa pioneiro no País permitiu às famílias poupar 265 litros de água por dia, ao longo de 2008. O «Eco-famílias» envolveu 10 famílias algarvias empenhadas em reduzir os gastos de água.
As famílias participantes gastaram 0,265 m3 de água por dia, o que representa um consumo menor do que a média nacional, de 0,310 m3/dia, referenciada no Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água (PNUEA) como média do país.
Com a instalação de redutores de caudal, as famílias conseguiram poupar mais água nos duches, com uma poupança de 60%, e na lavagem das mãos, com uma redução de 46% no consumo.
O relatório do projecto «Eco-famílias», realizado pela empresa Águas do Algarve e da Associação Nacional de Conservação da Natureza (Quercus), conclui ainda que a poupança de água na lavagem de dentes foi de 39% e na lavagem manual da loiça a redução ficou pelos 38%.
O estudo revela ainda que as famílias aumentam o consumo de água em 7% durante o fim-de-semana, em comparação com os dias úteis. As famílias consumiram menos água no Inverno (Outubro e Novembro), com uma poupança de 15% face aos meses de Verão (Julho e Agosto).
O programa «Eco-famílias» abrangeu famílias dos concelhos de Albufeira, Faro, Loulé, São Brás de Alportel, Olhão e Lagoa e decorreu entre Janeiro e Novembro de 2008.






Produtos disponiveis na SOLAR PROJECT - Gaia.