Um polêmico estudo elaborado pelos pesquisadores Mark Z. Jacobson e Mark A. Delucchi, da Universidade da Califórnia, em Davis, e publicado na revista “Energy Policy”, assegura que 100% da energia consumida no planeta poderia ser obtida de fontes completamente limpas e renováveis em um prazo de três ou quatro décadas.
No relatório se garante que esta energia teria um custo comparável ao da energia convencional que utilizamos na atualidade, e consideram que a conversão ao novo sistema seria um desafio como o do projeto Apolo, com o qual fomos à Lua na década de 1960.
O projeto consiste na utilização de 90% da eletricidade procedente das fontes eólicas e solares. O resto da energia necessária, 8%, poderia ser gerada a partir das fontes geotérmicas e hidroelétricas, enquanto os restantes 2% se extrairia da energia produzida pelas ondas e pelas marés.
No entanto, embora os dois cientistas tenham tentado dar resposta a muitas das dúvidas que se colocam no setor das energias renováveis, a controvérsia já está aberta: segundo alguns pesquisadores, esta é uma concepção otimista demais sobre o futuro das energias limpas.
Substituir o petróleo
Para Antonio Chica, cientista titular do Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) no Instituto de Tecnologia Química de Valência, Espanha, "é preciso ser muito prudente na hora de afirmar que podemos nos servir de energias renováveis no tempo que indica este relatório”.
“Não se pode prever a provisão futura de petróleo, as altas de preços que possa ter ou os conflitos que se possam gerar em torno dele. Embora em questão tecnológica seja certo que, por exemplo, já há países que utilizam energia eólica ou solar que produz eletricidade em grandes quantidades e de uma maneira bastante fácil", diz.
Segundo Jacobson e Delucchi, os meios de transporte seriam movidos por energia elétrica procedente de renováveis, eliminando completamente a dependência do petróleo. Carros, trens, navios seriam impulsionados por motores elétricos alimentados por pilhas de combustível, baseadas em hidrogênio obtido mediante eletrólises de água.
"Agora todas as grandes indústrias do automóvel estão trabalhando em alternativas que não utilizem petróleo e as alternativas são baterias e pilhas de combustível ainda em desenvolvimento. Essa pesquisa se deve a que a indústria é consciente de que o petróleo tem um tempo limitado", adverte Antonio Chica.
"Mas para eles tanto faz que seja petróleo, hidrogênio ou qualquer energia renovável, o que lhes importa é que seja o mais barato e, por enquanto, o mais barato continua sendo o petróleo pela infraestrutura já existente que possui”, comenta.
“O mercado não vai se movimentar porque se polui mais ou menos. Os governos são os que teriam que direcionar o processo, assim como os níveis de poluição", também assinala o cientista.
Esta transição para estas novas formas de energia traz uma despesa de adaptação tecnológica, mas Jacobson e Delucchi opinam que não é preciso que desenvolvamos nenhuma nova tecnologia porque elas já existem e se encontram disponíveis.
Jacobson e Delucchi apresentam um planeta semeado de sistemas eólicos e solares entre os quais se pudesse redistribuir a energia elétrica estacionária. Recolher o que o vento produz durante a noite e a energia solar durante o dia, e aproveitar ao máximo os excessos de geração que se produzem em algumas regiões e poder enviar para outras com mais dificuldades para gerá-las.
Quanto à instalação de turbinas eólicas, um dos maiores problemas é a das grandes superfícies que são necessárias para sua instalação. O número delas que aparece no projeto é tão grande que seria preciso cobrir 0,6% da terra firme disponível.
Mas Jacobson também tem resposta para este problema e propõe que "a maioria da terra existente entre as turbinas eólicas possa ser utilizada para a pecuária ou a agricultura". Além disso acrescenta outra alternativa: instalá-los sobre plataformas flutuantes no mar.
Jacobson, reconhecido professor de engenharia civil especializado em temas ambientais, assegura que não existem barreiras de caráter tecnológico ou econômico para substituir todas as fontes de energia que utilizamos na atualidade por outras que sejam limpas e renováveis, e que o maior desafio é superar as barreiras políticas que o impedem
Espaço de divulgação das técnicas, materiais e equipamentos duma Construção Civil, assente em principios Ecológicos e actividades da SPGAIA.
sábado, 5 de março de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
ENERVIDA: Secretário de Estado da Energia incentiva empresas a exportarem energias renováveis
O secretário de Estado da Energia e da Inovação, Carlos Zorrinho, lançou o desafio às empresas portuguesas para exportarem para todo o mundo as suas soluções para as energias renováveis.
O membro do Governo participou, na quinta-feira, dia 10, na cerimónia de abertura da ENERVIDA’11 – Feira e Conferência de Energias Renováveis e Eficiência Energética, onde afirmou considerou que Portugal já atingiu “grandes objectivos” nesta área. “Produzimos 53 por cento de toda a nossa electricidade a partir de energias renováveis e o nosso objectivo é chegar a 60 por cento muito rapidamente”, frisou. O secretário de Estado defendeu, no entanto, ser necessário que, as empresas “tenham também soluções para todo o mundo” e as exportem. “Sabemos hoje que a economia portuguesa, para enfrentar as dificuldades que está a passar, tem de apostar muito no aumento das exportações e na substituição de importações”.
Carlos Zorrinho lembrou que Portugal tem empresas “verdadeiramente globais”, apontando um exemplo do distrito de Viseu, a Martifer, que tem “81 por cento do seu fundo de negócios fora de Portugal”.E considerou que Portugal deve apostar primeiro nas tecnologias maduras (como a eólica tradicional ou a hídrica), para que possam ser produzidas energias renováveis “de uma forma sustentável, com preços que possam ser pagos e que não criem problemas de competitividade à indústria”. No entanto, estão também a ser feitas apostas “em tecnologias que ainda não estão no ponto de maturidade”, explicou, aludindo à solar e também à eólica “offshore”.
A ENERVIDA’11 decorre até domingo, no pavilhão Multiusos, em Viseu. O distrito é um dos líderes nacionais na área das energias renováveis e eficiência energética. No que respeita às energias eólica e hídrica, está no primeiro e segundo lugar do “ranking” nacional.
No sábado, dia 12, a ENERVIDA recebe um dos grandes especialistas mundiais em questões ligadas às energias e recursos naturais, Paul Roberts. O jornalista norte-americano vai falar de “Economia da Energia e Eficiência energética, às 15h00, no Hotel Montebelo.
O membro do Governo participou, na quinta-feira, dia 10, na cerimónia de abertura da ENERVIDA’11 – Feira e Conferência de Energias Renováveis e Eficiência Energética, onde afirmou considerou que Portugal já atingiu “grandes objectivos” nesta área. “Produzimos 53 por cento de toda a nossa electricidade a partir de energias renováveis e o nosso objectivo é chegar a 60 por cento muito rapidamente”, frisou. O secretário de Estado defendeu, no entanto, ser necessário que, as empresas “tenham também soluções para todo o mundo” e as exportem. “Sabemos hoje que a economia portuguesa, para enfrentar as dificuldades que está a passar, tem de apostar muito no aumento das exportações e na substituição de importações”.
Carlos Zorrinho lembrou que Portugal tem empresas “verdadeiramente globais”, apontando um exemplo do distrito de Viseu, a Martifer, que tem “81 por cento do seu fundo de negócios fora de Portugal”.E considerou que Portugal deve apostar primeiro nas tecnologias maduras (como a eólica tradicional ou a hídrica), para que possam ser produzidas energias renováveis “de uma forma sustentável, com preços que possam ser pagos e que não criem problemas de competitividade à indústria”. No entanto, estão também a ser feitas apostas “em tecnologias que ainda não estão no ponto de maturidade”, explicou, aludindo à solar e também à eólica “offshore”.
A ENERVIDA’11 decorre até domingo, no pavilhão Multiusos, em Viseu. O distrito é um dos líderes nacionais na área das energias renováveis e eficiência energética. No que respeita às energias eólica e hídrica, está no primeiro e segundo lugar do “ranking” nacional.
No sábado, dia 12, a ENERVIDA recebe um dos grandes especialistas mundiais em questões ligadas às energias e recursos naturais, Paul Roberts. O jornalista norte-americano vai falar de “Economia da Energia e Eficiência energética, às 15h00, no Hotel Montebelo.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Ponte sustentável tem turbinas eólicas em vão livre
Projeto que geraria energia para 15 mil famílias anualmente fica em segundo lugar em concurso italiano
Uma equipe italiana de arquitetos criou um novo conceito de ponte que agrega geradores de energia eólica e solar em seu design.
O conceito batizado de Solar Wind usa o espaço existente no vão de uma ponte no sul da Itália para instalar 26 turbinas de vento, o que poderia gerar 36 milhões de kWh anualmente. Sobre a ponte, painéis solares no lugar do asfalto ficariam responsáveis por gerar 11 milhões de kWh por ano, segundo os designers.
Projeto prevê instalação de turbinas eólicas no vão de ponteO asfalto seria substituído por uma superfície de captação solar, já em uso nos EUA, que serve como estrada. Todo o sistema seria capaz de produzir cerca de 40 milhões de kWh por ano - energia suficiente para fornecer eletricidade para cerca de 15 mil famílias anualmente.
O projeto foi criado para um concurso que busca reaproveitar as estruturas de uma velha ponte perto de Calábria, no sul da Itália. A demolição da ponte custaria US$ 55 milhões aos cofres públicos, então o governo decidiu criar um concurso para reutilizar a estrutura de uma maneira sustentável.
A ideia do Solar Wind, que transforma a ponte em um grande parque, com espaços para que os carros estacionem para admirar a vista da costa italiana, ficou em segundo lugar.
Uma equipe italiana de arquitetos criou um novo conceito de ponte que agrega geradores de energia eólica e solar em seu design.
O conceito batizado de Solar Wind usa o espaço existente no vão de uma ponte no sul da Itália para instalar 26 turbinas de vento, o que poderia gerar 36 milhões de kWh anualmente. Sobre a ponte, painéis solares no lugar do asfalto ficariam responsáveis por gerar 11 milhões de kWh por ano, segundo os designers.
Projeto prevê instalação de turbinas eólicas no vão de ponteO asfalto seria substituído por uma superfície de captação solar, já em uso nos EUA, que serve como estrada. Todo o sistema seria capaz de produzir cerca de 40 milhões de kWh por ano - energia suficiente para fornecer eletricidade para cerca de 15 mil famílias anualmente.
O projeto foi criado para um concurso que busca reaproveitar as estruturas de uma velha ponte perto de Calábria, no sul da Itália. A demolição da ponte custaria US$ 55 milhões aos cofres públicos, então o governo decidiu criar um concurso para reutilizar a estrutura de uma maneira sustentável.
A ideia do Solar Wind, que transforma a ponte em um grande parque, com espaços para que os carros estacionem para admirar a vista da costa italiana, ficou em segundo lugar.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Neoen consegue mais de metade dos lotes fotovoltaicos
A Neoen foi a principal beneficiária do concurso de adjudicação de lotes fotovoltaicos, lançado pelo Governo no final do ano passado. A empresa de Franck Woitiez obteve 29 dos 52 lotes adjudicados em concurso, o que corresponde a uma potência atribuída de 58 MW.
Apesar de não ter participado no concurso público, a Martifer Solar acaba por ficar beneficiada pelos resultados das adjudicações. Isto porque a Sol Cativante, formada por Henrique Rodrigues e Gustavo Fernandes (respectivamente CEO e administrador da Martifer Solar), foi adjudicada com 17 lotes fotovoltaicos.
As empresas tiveram que pagar uma contrapartida ao Estado por desenvolverem a potência fotovoltaica prevista em cada lote. O concurso obrigava a uma oferta mínima de 800 euros, mas a Neoen acabou por fazer uma oferta total de mais de 42 milhões por lote (valores unitários entre 1,50 e 1,42 milhões de euros). A Sol Cativante foi a empresa que maiores contrapartidas deu por lote, chegando aos 2,27 milhões. No total, a empresa de Henrique Rodrigues e Gustavo Fernandes desembolsou mais de 36 milhões de euros pelos 17 lotes. No total, o Estado recebeu uma contrapartida de 86,53 milhões de euros através do concurso público de atribuição de potência fotovoltaica.
Também adjudicadas no concurso, a Hypesolar e a Donauer Solar Systems vão desenvolver dois lotes, cada uma. Por fim, a DST e o consórcio entre a Mário Marinho, a Ecopromener e a Promenerland vão ter direito a explorar, respectivamente, um lote fotovoltaico.
Apesar de não ter participado no concurso público, a Martifer Solar acaba por ficar beneficiada pelos resultados das adjudicações. Isto porque a Sol Cativante, formada por Henrique Rodrigues e Gustavo Fernandes (respectivamente CEO e administrador da Martifer Solar), foi adjudicada com 17 lotes fotovoltaicos.
As empresas tiveram que pagar uma contrapartida ao Estado por desenvolverem a potência fotovoltaica prevista em cada lote. O concurso obrigava a uma oferta mínima de 800 euros, mas a Neoen acabou por fazer uma oferta total de mais de 42 milhões por lote (valores unitários entre 1,50 e 1,42 milhões de euros). A Sol Cativante foi a empresa que maiores contrapartidas deu por lote, chegando aos 2,27 milhões. No total, a empresa de Henrique Rodrigues e Gustavo Fernandes desembolsou mais de 36 milhões de euros pelos 17 lotes. No total, o Estado recebeu uma contrapartida de 86,53 milhões de euros através do concurso público de atribuição de potência fotovoltaica.
Também adjudicadas no concurso, a Hypesolar e a Donauer Solar Systems vão desenvolver dois lotes, cada uma. Por fim, a DST e o consórcio entre a Mário Marinho, a Ecopromener e a Promenerland vão ter direito a explorar, respectivamente, um lote fotovoltaico.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
10 dicas para apertar o cinto
Seja em casa, nos transportes, nos empréstimos que contraiu ou na simples rotina do seu dia a dia, formas de poupar não faltam para tornar o seu orçamento mais leve. Desde a iluminação até aos combustíveis, todos os caminhos vão dar a uma carteira mais folgada, um alívio que pode significar cerca de 5000 euros por ano de poupanças.
Além disso, estabeleça metas para o seu orçamento e tenha em atenção números de alarme, guardando todas as faturas mensais de despesa para que depois possa perceber as áreas que estão a pesar mais nas suas contas, a percentagem de créditos no seu rendimento disponível e quanto está a conseguir poupar.
A ASFAC - Associação de Instituições de Crédito Especializado aponta alguns caminhos para saber para onde vai o seu dinheiro: discriminar despesas fixas como eletricidade, água, gás, condomínio, elencar as despesas sazonais como reparações e revisões de automóvel, regresso às aulas, férias da família, guardar faturas mensais identificando as despesas por elemento do agregado familiar e as oportunidades de corte nos gastos.
SAIBA ONDE E COMO CORTAR
SUBSTITUIR LÂMPADAS INCANDESCENTES - €49
Se a eletricidade já pesava nas suas contas, em 2011 promete pesar mais se não alterar padrões de consumo. Isto porque a tarifa de venda a clientes finais subiu 3,8%, determinada pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE). Combater esta despesa passa por comportamentos mais ecológicos. A simples troca das convencionais lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas permite-lhe uma poupança de quase 50 euros ao final do ano em eletricidade. Estas proporcionam uma iluminação semelhante, com a vantagem de consumirem menos energia. A simulação foi feita no site Eco Casa, da Quercus, e pressupôs a troca de sete lâmpadas, que estejam ligadas pelo menos cinco horas por dia.
ELETRODOMÉSTICOS EFICIENTES - €28
Pedem mais dinheiro no início, uma maior capacidade financeira ao comprador, mas no longo prazo mostram as suas armas. Se estiver agora às compras de eletrodomésticos ou precisar trocar alguns velhos monos lá de casa, faça-o, sempre que possível, utilizando aparelhos com etiqueta energética da Classe A ou A ++. A troca de uma máquina de lavar loiça, roupa e frigorífico pelos seus homólogos 'amigos do ambiente' permite poupar 28 euros na fatura anual de eletricidade. Esta poupança ainda pode subir mais se tiver boas práticas no uso destes aparelhos. Evite abrir a porta do frigorífico desnecessariamente, não guardar alimentos quentes para não sobrecarregar o aparelho e colocar sempre a comida em recipientes, de forma a reduzir as trocas de água entre alimentos. Ao utilizar a máquina de lavar roupa ou loiça, certifique-se de que está cheia, economizando água e energia. Passe sempre a loiça por água, para poder utilizar um programa mais rápido e económico. Quanto à máquina de lavar roupa, prefira sempre programas de baixa temperatura, pois grande parte da energia gasta é para aquecer a água.
APARELHOS DESLIGADOS DA TOMADA - €34
Desligar os aparelhos da tomada pode fazê-lo poupar muitos euros ao final de um ano, pois ao deixá-los simplesmente em stand by não está a fazer mais do que desperdiçar energia que não está a ser utilizada. Segundo pode ler-se no site da Eco Casa, o consumo fantasma corresponde a um peso de 5,2% na fatura energética anual. Ou seja, ao eliminar este desperdício, está a cortar na fatura de eletricidade. Se não tem paciência para desligar todos os aparelhos da tomada, opte por comprar tomadas com botão de corte de corrente.
ACABAR COM DESPERDÍCIOS DE ÁGUA - €32
Desde crianças que estamos habituados a ouvir que a água é o maior bem que a natureza nos deu e que a devemos preservar. Comece pela sua casa. Além das habituais dicas para reduzir o consumo de água, como fechar a torneira quando está a lavar os dentes, trocar o banho de imersão pelo duche rápido, lavar a loiça não deixando a água correr continuadamente, há dois fatores que podem fazer toda a diferença na quantidade de água desperdiçada e na fatura no final do mês: o redutor de caudal e o dispositivo de dupla descarga. Estes dispositivos são baratos, fáceis de aplicar e podem fazer uma diferença de 32 euros na fatura a pagar. Uma torneira a pingar pode gastar cerca de 25 litros de água, por isso, nunca se esqueça de confirmar que as torneiras estão bem fechadas. Não desperdice água, nem mesmo quando está a aquecer a água para o duche: utilize um balde para recolher o líquido e depois utilize-o na sanita ou no jardim. Quando está a lavar os dentes, nunca se esqueça de fechar a torneira, pois por cada minuto que esta fica aberta no lavatório pode gastar 9 litros. Não lave loiça peça a peça, junte alguma quantidade e depois lave-a de uma assentada. Gasta menos água e detergente.
PRODUTOS DE MARCA BRANCA - €323
As marcas próprias apareceram na década de 1980 e lentamente foram conquistando a confiança dos portugueses, rivalizando hoje com as líderes de mercado. A razão é simples: são mais baratas e têm qualidade.
O Dinheiro fez um cabaz constituído por quatro iogurtes com pedaços, um pacote de manteiga, um pacote de arroz, um pacote de esparguete, quatro latas de atum, três pacotes de leite, café, queijo, fiambre, papel higiénico, detergente para a roupa, para a máquina e amaciador para a roupa. A poupança gerada entre comprar os produtos de marca ou os que têm a etiqueta "branca" supera os 300 euros por ano.
DEIXAR DE FAZER REFEIÇÕES FORA DE CASA - €1656
Tomar o pequeno-almoço na rua e ir almoçar a um restaurante todos os dias sabe bem, mas é um luxo que sai caro. Quando está a pagar pelas refeições pode não sentir o rombo nas suas finanças, mas se somar a despesa ao final do ano, verá que gastou centenas de euros. É só fazer as contas. Ao tomar o pequeno-almoço na pastelaria perto do trabalho gasta três euros, se a isso juntar o almoço, pode adicionar mais oito euros. Ou seja, todos os dias gasta 11 euros nestas duas refeições. Ao final do ano despendeu 2640 euros. Mesmo que a sua conta de supermercado aumente, pois tem que comprar mais alimentos para substituir o consumo fora de casa, vai continuar a compensar, pois ao fim de doze meses consegue amealhar 1656 euros.
DEIXAR DE FUMAR - €1350
Aproveite o ano novo para cumprir desejos antigos como deixar de fumar. A sua saúde agradece, assim como a sua carteira. Segundo os dados da Direção-Geral da Saúde, os fumadores que abandonam o vício vivem em média mais dez anos do que os fumadores que mantêm a rotina de fumo. O Portal da Saúde dá alguns conselhos a quem quer deixar de fumar: determinar uma data para deixar de ser fumador, anunciar ao seu núcleo familiar a sua decisão e criar estratégias para contornar os picos de tensão que o chamam para o tabaco, são apenas alguns dos conselhos. Quanto a vantagens para o seu orçamento, muitos euros é o que pode esperar. Se comprar um maço de tabaco todos os dias por 3,70 euros, ao final do ano conseguirá poupar 1350 euros.
DEIXE DE FREQUENTAR O GINÁSIO - €600
Não, ninguém está a dizer aos 600 mil portugueses a correr nas passadeiras dos ginásios para passar a ter uma vida sedentária e deixar de fazer desporto. Contudo, deve aproveitar as maravilhas que a natureza ofereceu ou que o homem construiu: use os jardins para dar umas corridas matinais, a praia para fazer uns exercícios ao final da tarde ou então passe a ir a pé para o trabalho. Assim, deixa de contar com a despesa mensal do ginásio e com isto pode poupar 600 euros ao final do ano, para uma mensalidade média de 50 euros.
COMPARE PREÇOS DA GASOLINA - €150
Sempre que necessitar de atestar o seu depósito não vá ao primeiro posto de gasolina que encontra. Antes de sair de casa, compare o preço da gasolina nos postos de abastecimento perto da sua casa. Para isso pode usar o site da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG). A título de exemplo, em Lisboa, se atestar duas vezes por mês um depósito de 55 litros com Gasolina Sem Chumbo 95, no Jumbo de Alfragide paga 1,409 euros, enquanto se o fizer no Jumbo de Alverca paga 1,399 euros (preços no dia 11 de janeiro de 2011). A diferença pode parecer irrisória, mas durante um ano representa uma poupança de 150 euros.
EQUACIONE TRANSPORTES PÚBLICOS - €360
Não se pode comparar a rede de transportes públicos nas grandes áreas metropolitanas com a das cidades mais pequenas, mas equacionar a utilização dos meios coletivos para as suas deslocações deve fazer parte dos seus desejos para 2011. Se fizer 30 quilómetros diariamente no seu trajeto de casa para o trabalho e utilizar um veículo movido a gasolina 95 com um consumo de 6 litros por 100 quilómetros, vai gastar cerca de 60 euros por mês. A pergunta que tem de fazer a si próprio é: preciso mesmo do meu carro para ir para o trabalho? Se a resposta for negativa tem à sua disposição, em cidades como Lisboa e Porto, passes sociais que permitem utilização de diversos transportes com um custo mais em conta. Por exemplo, em Lisboa o preço do passe combinado Carris e Metro custa 29,45 euros ao passo que um passe intermodal mais alargado como o L123, fica nos 55 euros. Para os disponíveis a fazer um maior esforço do seu corpo e uma alteração de rotina a poupança pode chegar aos 360 euros, isto sem analisar custos de estacionamento e os custos de manutenção do automóvel.
Além disso, estabeleça metas para o seu orçamento e tenha em atenção números de alarme, guardando todas as faturas mensais de despesa para que depois possa perceber as áreas que estão a pesar mais nas suas contas, a percentagem de créditos no seu rendimento disponível e quanto está a conseguir poupar.
A ASFAC - Associação de Instituições de Crédito Especializado aponta alguns caminhos para saber para onde vai o seu dinheiro: discriminar despesas fixas como eletricidade, água, gás, condomínio, elencar as despesas sazonais como reparações e revisões de automóvel, regresso às aulas, férias da família, guardar faturas mensais identificando as despesas por elemento do agregado familiar e as oportunidades de corte nos gastos.
SAIBA ONDE E COMO CORTAR
SUBSTITUIR LÂMPADAS INCANDESCENTES - €49
Se a eletricidade já pesava nas suas contas, em 2011 promete pesar mais se não alterar padrões de consumo. Isto porque a tarifa de venda a clientes finais subiu 3,8%, determinada pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE). Combater esta despesa passa por comportamentos mais ecológicos. A simples troca das convencionais lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas permite-lhe uma poupança de quase 50 euros ao final do ano em eletricidade. Estas proporcionam uma iluminação semelhante, com a vantagem de consumirem menos energia. A simulação foi feita no site Eco Casa, da Quercus, e pressupôs a troca de sete lâmpadas, que estejam ligadas pelo menos cinco horas por dia.
ELETRODOMÉSTICOS EFICIENTES - €28
Pedem mais dinheiro no início, uma maior capacidade financeira ao comprador, mas no longo prazo mostram as suas armas. Se estiver agora às compras de eletrodomésticos ou precisar trocar alguns velhos monos lá de casa, faça-o, sempre que possível, utilizando aparelhos com etiqueta energética da Classe A ou A ++. A troca de uma máquina de lavar loiça, roupa e frigorífico pelos seus homólogos 'amigos do ambiente' permite poupar 28 euros na fatura anual de eletricidade. Esta poupança ainda pode subir mais se tiver boas práticas no uso destes aparelhos. Evite abrir a porta do frigorífico desnecessariamente, não guardar alimentos quentes para não sobrecarregar o aparelho e colocar sempre a comida em recipientes, de forma a reduzir as trocas de água entre alimentos. Ao utilizar a máquina de lavar roupa ou loiça, certifique-se de que está cheia, economizando água e energia. Passe sempre a loiça por água, para poder utilizar um programa mais rápido e económico. Quanto à máquina de lavar roupa, prefira sempre programas de baixa temperatura, pois grande parte da energia gasta é para aquecer a água.
APARELHOS DESLIGADOS DA TOMADA - €34
Desligar os aparelhos da tomada pode fazê-lo poupar muitos euros ao final de um ano, pois ao deixá-los simplesmente em stand by não está a fazer mais do que desperdiçar energia que não está a ser utilizada. Segundo pode ler-se no site da Eco Casa, o consumo fantasma corresponde a um peso de 5,2% na fatura energética anual. Ou seja, ao eliminar este desperdício, está a cortar na fatura de eletricidade. Se não tem paciência para desligar todos os aparelhos da tomada, opte por comprar tomadas com botão de corte de corrente.
ACABAR COM DESPERDÍCIOS DE ÁGUA - €32
Desde crianças que estamos habituados a ouvir que a água é o maior bem que a natureza nos deu e que a devemos preservar. Comece pela sua casa. Além das habituais dicas para reduzir o consumo de água, como fechar a torneira quando está a lavar os dentes, trocar o banho de imersão pelo duche rápido, lavar a loiça não deixando a água correr continuadamente, há dois fatores que podem fazer toda a diferença na quantidade de água desperdiçada e na fatura no final do mês: o redutor de caudal e o dispositivo de dupla descarga. Estes dispositivos são baratos, fáceis de aplicar e podem fazer uma diferença de 32 euros na fatura a pagar. Uma torneira a pingar pode gastar cerca de 25 litros de água, por isso, nunca se esqueça de confirmar que as torneiras estão bem fechadas. Não desperdice água, nem mesmo quando está a aquecer a água para o duche: utilize um balde para recolher o líquido e depois utilize-o na sanita ou no jardim. Quando está a lavar os dentes, nunca se esqueça de fechar a torneira, pois por cada minuto que esta fica aberta no lavatório pode gastar 9 litros. Não lave loiça peça a peça, junte alguma quantidade e depois lave-a de uma assentada. Gasta menos água e detergente.
PRODUTOS DE MARCA BRANCA - €323
As marcas próprias apareceram na década de 1980 e lentamente foram conquistando a confiança dos portugueses, rivalizando hoje com as líderes de mercado. A razão é simples: são mais baratas e têm qualidade.
O Dinheiro fez um cabaz constituído por quatro iogurtes com pedaços, um pacote de manteiga, um pacote de arroz, um pacote de esparguete, quatro latas de atum, três pacotes de leite, café, queijo, fiambre, papel higiénico, detergente para a roupa, para a máquina e amaciador para a roupa. A poupança gerada entre comprar os produtos de marca ou os que têm a etiqueta "branca" supera os 300 euros por ano.
DEIXAR DE FAZER REFEIÇÕES FORA DE CASA - €1656
Tomar o pequeno-almoço na rua e ir almoçar a um restaurante todos os dias sabe bem, mas é um luxo que sai caro. Quando está a pagar pelas refeições pode não sentir o rombo nas suas finanças, mas se somar a despesa ao final do ano, verá que gastou centenas de euros. É só fazer as contas. Ao tomar o pequeno-almoço na pastelaria perto do trabalho gasta três euros, se a isso juntar o almoço, pode adicionar mais oito euros. Ou seja, todos os dias gasta 11 euros nestas duas refeições. Ao final do ano despendeu 2640 euros. Mesmo que a sua conta de supermercado aumente, pois tem que comprar mais alimentos para substituir o consumo fora de casa, vai continuar a compensar, pois ao fim de doze meses consegue amealhar 1656 euros.
DEIXAR DE FUMAR - €1350
Aproveite o ano novo para cumprir desejos antigos como deixar de fumar. A sua saúde agradece, assim como a sua carteira. Segundo os dados da Direção-Geral da Saúde, os fumadores que abandonam o vício vivem em média mais dez anos do que os fumadores que mantêm a rotina de fumo. O Portal da Saúde dá alguns conselhos a quem quer deixar de fumar: determinar uma data para deixar de ser fumador, anunciar ao seu núcleo familiar a sua decisão e criar estratégias para contornar os picos de tensão que o chamam para o tabaco, são apenas alguns dos conselhos. Quanto a vantagens para o seu orçamento, muitos euros é o que pode esperar. Se comprar um maço de tabaco todos os dias por 3,70 euros, ao final do ano conseguirá poupar 1350 euros.
DEIXE DE FREQUENTAR O GINÁSIO - €600
Não, ninguém está a dizer aos 600 mil portugueses a correr nas passadeiras dos ginásios para passar a ter uma vida sedentária e deixar de fazer desporto. Contudo, deve aproveitar as maravilhas que a natureza ofereceu ou que o homem construiu: use os jardins para dar umas corridas matinais, a praia para fazer uns exercícios ao final da tarde ou então passe a ir a pé para o trabalho. Assim, deixa de contar com a despesa mensal do ginásio e com isto pode poupar 600 euros ao final do ano, para uma mensalidade média de 50 euros.
COMPARE PREÇOS DA GASOLINA - €150
Sempre que necessitar de atestar o seu depósito não vá ao primeiro posto de gasolina que encontra. Antes de sair de casa, compare o preço da gasolina nos postos de abastecimento perto da sua casa. Para isso pode usar o site da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG). A título de exemplo, em Lisboa, se atestar duas vezes por mês um depósito de 55 litros com Gasolina Sem Chumbo 95, no Jumbo de Alfragide paga 1,409 euros, enquanto se o fizer no Jumbo de Alverca paga 1,399 euros (preços no dia 11 de janeiro de 2011). A diferença pode parecer irrisória, mas durante um ano representa uma poupança de 150 euros.
EQUACIONE TRANSPORTES PÚBLICOS - €360
Não se pode comparar a rede de transportes públicos nas grandes áreas metropolitanas com a das cidades mais pequenas, mas equacionar a utilização dos meios coletivos para as suas deslocações deve fazer parte dos seus desejos para 2011. Se fizer 30 quilómetros diariamente no seu trajeto de casa para o trabalho e utilizar um veículo movido a gasolina 95 com um consumo de 6 litros por 100 quilómetros, vai gastar cerca de 60 euros por mês. A pergunta que tem de fazer a si próprio é: preciso mesmo do meu carro para ir para o trabalho? Se a resposta for negativa tem à sua disposição, em cidades como Lisboa e Porto, passes sociais que permitem utilização de diversos transportes com um custo mais em conta. Por exemplo, em Lisboa o preço do passe combinado Carris e Metro custa 29,45 euros ao passo que um passe intermodal mais alargado como o L123, fica nos 55 euros. Para os disponíveis a fazer um maior esforço do seu corpo e uma alteração de rotina a poupança pode chegar aos 360 euros, isto sem analisar custos de estacionamento e os custos de manutenção do automóvel.
domingo, 9 de janeiro de 2011
Casas bioclimáticas são mais confortáveis
Os edifícios bioclimáticos permitem um ambiente mais confortável e gastam menos energia, sendo mais económicos, mas os portugueses ainda resistem a optar por estas casas, por falta de sensibilização e também pelo preço inicial, que pode ser mais elevado, escreve a Lusa.
A orientação do edifício, com as divisões mais utilizadas viradas a sul, a distribuição das áreas envidraçadas, a ventilação e a forma de utilizar os materiais são factores decisivos para obter uma casa bioclimática, ou seja, uma casa que «responde» bem às condições do clima, sem grandes necessidades energéticas.
Porém, na hora de comprar um imóvel, os portugueses não questionam a eficiência energética da construção, como já fazem quando adquirem um frigorífico, por exemplo. Estão mais preocupados com o preço e a localização do novo lar.
Segundo alguns técnicos do setor, as casas bioclimáticas apresentam um preço inicial mais elevado, um acréscimo recuperado a médio ou longo prazo, com a redução dos custos energéticos. Outras opiniões referem que se trata de usar os mesmos materiais, mas de forma diferente, o que não implica aumento de investimento.
«A arquitetura bioclimática consiste em projetar um edifício tendo em conta a sua envolvência climatérica e as características do local» de modo a «maximizar o conforto ambiental no interior», na temperatura e humidade, mas também na acústica, luminosidade e qualidade do ar, referiu à Lusa o diretor técnico da consultora Carbono Verde, Pedro Carvalho.
Pretende-se «ter o máximo conforto térmico com o mínimo consumo de energia», resumiu o técnico, salientando que não basta passar a habitar um edifício bioclimático, é «fundamental» que os consumidores saibam utilizá-lo, caso contrário «pode gastar-se tanto como uma casa não bioclimática».
O responsável pelo sistema de avaliação de sustentabilidade LiderA, Manuel Pinheiro, defendeu que «fazer casas bioclimáticas não é mais caro do que fazer das outras», já que se trata de optar por uma forma de construção, tendo cuidado com alguns pontos, como a orientação do edifício ou o isolamento. No entanto, «tem de ser pensado no projecto».
Manuel Pinheiro realçou que a construção tradicional, que atendia às condições do clima, perdeu terreno, «mas está a ser retomada, a diferentes níveis» e começa a haver no mercado procura para este tipo de casa.
A orientação do edifício, com as divisões mais utilizadas viradas a sul, a distribuição das áreas envidraçadas, a ventilação e a forma de utilizar os materiais são factores decisivos para obter uma casa bioclimática, ou seja, uma casa que «responde» bem às condições do clima, sem grandes necessidades energéticas.
Porém, na hora de comprar um imóvel, os portugueses não questionam a eficiência energética da construção, como já fazem quando adquirem um frigorífico, por exemplo. Estão mais preocupados com o preço e a localização do novo lar.
Segundo alguns técnicos do setor, as casas bioclimáticas apresentam um preço inicial mais elevado, um acréscimo recuperado a médio ou longo prazo, com a redução dos custos energéticos. Outras opiniões referem que se trata de usar os mesmos materiais, mas de forma diferente, o que não implica aumento de investimento.
«A arquitetura bioclimática consiste em projetar um edifício tendo em conta a sua envolvência climatérica e as características do local» de modo a «maximizar o conforto ambiental no interior», na temperatura e humidade, mas também na acústica, luminosidade e qualidade do ar, referiu à Lusa o diretor técnico da consultora Carbono Verde, Pedro Carvalho.
Pretende-se «ter o máximo conforto térmico com o mínimo consumo de energia», resumiu o técnico, salientando que não basta passar a habitar um edifício bioclimático, é «fundamental» que os consumidores saibam utilizá-lo, caso contrário «pode gastar-se tanto como uma casa não bioclimática».
O responsável pelo sistema de avaliação de sustentabilidade LiderA, Manuel Pinheiro, defendeu que «fazer casas bioclimáticas não é mais caro do que fazer das outras», já que se trata de optar por uma forma de construção, tendo cuidado com alguns pontos, como a orientação do edifício ou o isolamento. No entanto, «tem de ser pensado no projecto».
Manuel Pinheiro realçou que a construção tradicional, que atendia às condições do clima, perdeu terreno, «mas está a ser retomada, a diferentes níveis» e começa a haver no mercado procura para este tipo de casa.
sábado, 8 de janeiro de 2011
POUPAR, é tão simples e até barato!
A SPGAIA, é uma empresa sedeada em Vila Nova de Gaia, franchisada da Solar Project, que opera no mercado desde 2008 e tem como missão disponibilizar um conjunto de soluções para optimização dos recursos água e energia. Em parceria com conceituadas marcas, que se dedicam ao fabrico de produtos destinados á eficiência hídrica e energética, temos como principal objectivo contribuir para a melhoria do ambiente, oferecendo produtos de qualidade superior para a redução de consumos.
Propomos soluções para uma procura ecológica e económica …
Ao escolher produtos para economia de água, participa na salvaguarda de um recurso natural precioso e na redução considerável da sua factura de água e energia.
A Carta Europeia recorda-nos que: ”A água é um património comum, dai que o seu valor deve ser reconhecido por todos. Todos temos o dever de economizar e de a utilizar com bom senso”.
A economia de água, reside no simples facto de eliminar todos os riscos de gastos desnecessários, por negligência ou abuso, regulando a quantidade de água distribuída.
A SPGAIA quer contribuir activamente nesta causa, comercializando produtos selectivos que fazem a maior diferença, e que tratam de reduzir o consumo de água e energia em até 70% na sua totalidade preservando o conforto do utilizador, devendo assim serem utilizados em todos os locais de consumo: residências, escritórios, escolas, ginásios, hotéis e empresas em geral., encontrando-se com resultados efectivos em unidades hospitalares e universitários.
Consulte-nos, teremos todoo gosto de lhe demonstrar a eficiência e qualidade dos nossos produtos, que os consideramos de garantia vitalicia, sendo o seu custo recuperado em escassos meses.
Subscrever:
Mensagens (Atom)








