CGD já financiou dois mil contratos de compra de painéis solares térmicos
27.04.2009 - 16h00
Por PÚBLICO
A Caixa Geral de Depósitos anunciou hoje ter financiado mais de dois mil contratos de aquisição de painéis solares térmicos, ao fim dos primeiros 45 dias da campanha Solar Térmico 2009, lançada na sequência das medidas anunciadas pelo Governo para incentivar a compra destes equipamentos.Segundo a instituição bancária, trata-se de 45 novos financiamentos por dia. A solução de financiamento “Solar Térmico 2009” da CGD inclui uma linha de crédito pessoal para aquisição e instalação de painéis solares térmicos em habitações já existentes, bem como uma linha complementar à compra/construção de nova habitação, para aquisição e instalação do mesmo equipamento. O custo do equipamento abrange a instalação e o contrato de manutenção por um período de 6 anos.O Estado Português concede, no ano fiscal em curso, um incentivo à aquisição do equipamento de 1641,70 euros, a fundo perdido, e uma dedução à colecta de 30 por cento, em sede de IRS, com limite de 796 euros, para a aquisição e instalação destes equipamentos.
Espaço de divulgação das técnicas, materiais e equipamentos duma Construção Civil, assente em principios Ecológicos e actividades da SPGAIA.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Festival da sustentabilidade regressa ao Estoril em Setembro
O Centro de Congressos do Estoril vai voltar a receber em Setembro o "Green Festival 2009", que terá como principais novidades a atribuição de um prémio à entidade "mais sustentável" e novos espaços expositivos sobre habitação e consumo.
Depois de uma primeira edição em Dezembro, o maior festival nacional dedicado ao ambiente e à sustentabilidade regressa ao concelho de Cascais com várias actividades a serem alargadas a outras zonas do município, como as celebrações dos Dias da Energia, do Mar, dos Resíduos e da Biodiversidade.
Segundo um comunicado divulgado pela organização, a cargo do consórcio Green Values e da autarquia, o evento decorrerá os dias 18 e 25 e incluirá com uma palestra de um conferencista internacional (a primeira edição contou com antigo vice-chanceler alemão Joschka Fischer), "workshops" sobre temas como a energia ou as alterações climáticas, demonstrações de "eco-tendências" e alimentação saudável, teatro, concertos e actividades de sensibilização para crianças.
À semelhança do ano passado, as áreas expositivas vão incluir os temas "Green Fun", "Green Thinking", "Green People", "Green Taste", "Green Trends", mas terão quatro novos espaços: o "Green Building", dedicado à eficiência energética, à construção e às energias renováveis, o "Green Home", sobre electrodomésticos e electrónica de consumo, o "Green Consumer" (produtos de grande consumo) e o "Green Places", dedicado às autarquias e ao ecoturismo.
A organização quer também eleger a "presença mais sustentável" do evento, premiando a entidade expositora que conseguir, entre outras capacidades, reduzir o consumo de matérias-primas, desenvolver actividades pedagógicas ou utilizat material reciclado na construção do seu "stand".
O "Green Festival 2008" contou com a presença de 61 expositores, 72 oradores e cinco mil visitantes, esperando-se este ano duplicar a quantidade de público.
Lusa/AO Online
Depois de uma primeira edição em Dezembro, o maior festival nacional dedicado ao ambiente e à sustentabilidade regressa ao concelho de Cascais com várias actividades a serem alargadas a outras zonas do município, como as celebrações dos Dias da Energia, do Mar, dos Resíduos e da Biodiversidade.
Segundo um comunicado divulgado pela organização, a cargo do consórcio Green Values e da autarquia, o evento decorrerá os dias 18 e 25 e incluirá com uma palestra de um conferencista internacional (a primeira edição contou com antigo vice-chanceler alemão Joschka Fischer), "workshops" sobre temas como a energia ou as alterações climáticas, demonstrações de "eco-tendências" e alimentação saudável, teatro, concertos e actividades de sensibilização para crianças.
À semelhança do ano passado, as áreas expositivas vão incluir os temas "Green Fun", "Green Thinking", "Green People", "Green Taste", "Green Trends", mas terão quatro novos espaços: o "Green Building", dedicado à eficiência energética, à construção e às energias renováveis, o "Green Home", sobre electrodomésticos e electrónica de consumo, o "Green Consumer" (produtos de grande consumo) e o "Green Places", dedicado às autarquias e ao ecoturismo.
A organização quer também eleger a "presença mais sustentável" do evento, premiando a entidade expositora que conseguir, entre outras capacidades, reduzir o consumo de matérias-primas, desenvolver actividades pedagógicas ou utilizat material reciclado na construção do seu "stand".
O "Green Festival 2008" contou com a presença de 61 expositores, 72 oradores e cinco mil visitantes, esperando-se este ano duplicar a quantidade de público.
Lusa/AO Online
sábado, 18 de abril de 2009
Painéis solares? Sócrates explica vantagens
Primeiro-ministro cita carta do primeiro português a aderir ao programa destas energias renováveisJosé Sócrates citou esta segunda-feira a «simpática carta do senhor Galante» em que explica as «poderosas razões» que o levaram a ser o primeiro português a aderir ao programa de painéis solares: economia e ambiente.
Falando na Vulcano, empresa do grupo Bosh, que produz equipamentos para água quente, incluindo os painéis solares, o primeiro-ministro socorreu-se da «simpática carta do senhor Galante» em que explica porque instalou os painéis solares, para desafiar os portugueses a fazerem o mesmo nas suas casas.
Sócrates lança apelo: comprem painéis solares
O programa de painéis solares foi lançado pelo governo no dia 12 de Março, permitindo financiar metade do preço do equipamento a fundo perdido e deduzir 300 euros em termos fiscais.
Rui Galante fez as contas e decidiu investir a outra metade, sendo o primeiro a aderir ao programa que, segundo fonte governamental, vai já nos mil aderentes, contabilizando as pessoas que o têm solicitado às entidades de crédito.
Apoios para painéis solares alargados às PME
Na carta de que o primeiro-ministro fez uso, Rui Galante explica que decidiu instalar os painéis solares pelo que isso vai representar no peso mensal do que gasta com a energia do seu orçamento doméstico, e também por usar uma fonte de energia inesgotável, o sol, logo amiga do ambiente.
Às «poderosas razões» de Rui Galante, José Sócrates levou outras para promover o programa, como o combate à crise sem precedentes, sendo um meio de manter e gerar emprego.
Crédito «chave na mão» para adquirir painéis solares
«Queremos que os portugueses comprem e instalem painéis solares porque estarão a dar mais oportunidades às empresas portuguesas, não apenas às que produzem os painéis, mas também às pequenas e micro empresas que são subcontratadas pelo país para fazer a instalação e manutenção».
Segundo o primeiro-ministro, o Estado financia metade pelo que «tudo depende agora dos portugueses», sendo também um «programa de confiança» porque promovido com empresas certificadas e que garantem a manutenção.
Com essas palavras, o primeiro-ministro tenta assim apagar da memória os problemas surgidos quando começaram a surgir os painéis solares em Portugal, em que, a falta de instaladores qualificados e de equipamento certificado levou a que alguns dessem o dinheiro por mal empregue.
Hoje o panorama é bem diferente pelo que José Sócrates espera que os portugueses percebam que podem confiar no programa, que «liga o investimento público com o privado e foi testado com sucesso noutros países», até para Portugal reduzir a sua dependência energética e a emissão de gases com efeito de estufa.
Falando na Vulcano, empresa do grupo Bosh, que produz equipamentos para água quente, incluindo os painéis solares, o primeiro-ministro socorreu-se da «simpática carta do senhor Galante» em que explica porque instalou os painéis solares, para desafiar os portugueses a fazerem o mesmo nas suas casas.
Sócrates lança apelo: comprem painéis solares
O programa de painéis solares foi lançado pelo governo no dia 12 de Março, permitindo financiar metade do preço do equipamento a fundo perdido e deduzir 300 euros em termos fiscais.
Rui Galante fez as contas e decidiu investir a outra metade, sendo o primeiro a aderir ao programa que, segundo fonte governamental, vai já nos mil aderentes, contabilizando as pessoas que o têm solicitado às entidades de crédito.
Apoios para painéis solares alargados às PME
Na carta de que o primeiro-ministro fez uso, Rui Galante explica que decidiu instalar os painéis solares pelo que isso vai representar no peso mensal do que gasta com a energia do seu orçamento doméstico, e também por usar uma fonte de energia inesgotável, o sol, logo amiga do ambiente.
Às «poderosas razões» de Rui Galante, José Sócrates levou outras para promover o programa, como o combate à crise sem precedentes, sendo um meio de manter e gerar emprego.
Crédito «chave na mão» para adquirir painéis solares
«Queremos que os portugueses comprem e instalem painéis solares porque estarão a dar mais oportunidades às empresas portuguesas, não apenas às que produzem os painéis, mas também às pequenas e micro empresas que são subcontratadas pelo país para fazer a instalação e manutenção».
Segundo o primeiro-ministro, o Estado financia metade pelo que «tudo depende agora dos portugueses», sendo também um «programa de confiança» porque promovido com empresas certificadas e que garantem a manutenção.
Com essas palavras, o primeiro-ministro tenta assim apagar da memória os problemas surgidos quando começaram a surgir os painéis solares em Portugal, em que, a falta de instaladores qualificados e de equipamento certificado levou a que alguns dessem o dinheiro por mal empregue.
Hoje o panorama é bem diferente pelo que José Sócrates espera que os portugueses percebam que podem confiar no programa, que «liga o investimento público com o privado e foi testado com sucesso noutros países», até para Portugal reduzir a sua dependência energética e a emissão de gases com efeito de estufa.
Bancos prestam informação confusa e escassa sobre campanha dos painéis solares

O impulso do Governo às energias renováveis, nomeadamente através do incentivo à compra e instalação de painéis solares térmicos, tem suscitado o interesse dos portugueses. Mas quem se dirige a uma instituição bancária para obter informações sobre o processo, sai de lá pouco convencido. O entusiasmo inicial esbarra na informação escassa e confusa que os bancos prestam.O PÚBLICO fez uma ronda por três instituições bancárias – Caixa Geral de Depósitos (CGD), Banco Espírito Santo (BES) e Millennium bcp – e chegou à conclusão que nenhuma delas está suficientemente preparada para “vender” os painéis solares. Apesar de terem assinado o protocolo em Fevereiro e estarem a vender os painéis há mais de um mês, os bancários, que afirmam não terem recebido qualquer formação nesta matéria, mostram-se ainda muito inseguros. Responder a perguntas tão simples como quais as marcas e produtos disponíveis e respectivos preços parece não ser fácil e demora o tempo da consulta no computador ou de um telefonema a outro colega que está “mais à vontade com este assunto” porque “já fez uma venda”. O desconto de 50 por cento na aquisição dos equipamentos que o Governo anunciou é o que mais atrai o consumidor. Por isso, não é de estranhar que uma das primeiras questões seja sobre o valor da comparticipação. A pergunta é normal, mas as respostas surpreendem. Para além de ter constatado que, afinal, o valor da comparticipação é fixo (1641,70 euros), a reportagem do PÚBLICO verificou que um bancário, para além de não saber o valor, ficou surpreendido ao confirmar que o desconto era imediato e que o cliente só pagava a diferença. A juntar à pouca informação, há ainda aquela que está desactualizada. Tanto na CGD como no BES, pelo menos até dia 8 de Abril, era dito ao cliente que não poderia escolher a marca do seu painel, mas apenas o modelo. Essa informação era também prestada no prospecto do BES onde se podia ler que o banco “não garante a escolha da marca ao cliente”. No entanto, a escolha da marca já é possível desde o dia 18 de Março, data a partir da qual a campanha passou a ter teoricamente mais do que uma marca disponível. Até agora, apenas três empresas comercializam painéis no âmbito do programa: a Vulcano, a OpenPlus e a Norquente.As barreiras multiplicam-se quando se trata de procurar informação sobre os próprios painéis solares. Consultados os bancos, as dúvidas persistiram, por isso o passo seguinte foi a consulta ao sítio da Internet para o qual estas instituições remetem os clientes para mais informações: pmelink.pt. Mas esta opção também não é válida. Neste espaço não há qualquer informação sobre os painéis solares e o mais estranho é que esta é a entidade responsável pela gestão da oferta de equipamentos.A escassa informação aos balcões dos bancos contrasta com notícias do aumento da procura de soluções financeiras para instalar painéis solares. Fontes oficiais do BES, CGD e Millennium bcp garantem que houve um aumento da procura destas soluções depois do lançamento do programa de incentivos fiscais. O BES dá conta de “algumas dezenas” de pedidos por dia e, no Millennium, registou-se “um incremento da procura e um crescimento nos financiamentos concretizados”.José Sócrates não se tem cansado de dizer que esta é uma oportunidade para as empresas portuguesas. A 18 de Março, foram até alteradas algumas regras de acesso à Instalação de Sistemas Solares Térmicos, para dar hipótese às PME de concorrerem no mercado. Estas empresas têm que ter um volume mínimo obrigatório anual de produção e instalação de painéis solares de 500 m2 em vez dos anteriores 50 mil, e vêem diminuído o número mínimo de capacidade de instalações mensais de duas mil para 15. Porém, e apesar destas mudanças, a campanha conta com três marcas.
Ambinergia

Amplie o ECO dos seus negócios
A AMBINERGIA pretende abordar de forma integrada as temáticas do Ambiente e da Energia como suportes às estratégias de Sustentabilidade que as empresas e entidades devem seguir, para melhor responderem aos desafios competitivos do futuro. Dados do estudo «O sector do ambiente em Portugal», do Instituto para a Qualidade na Formação, relacionam a evolução do sector do ambiente ao fenómeno do consumo ecológico, ou procura verde. Cada vez mais o consumidor final equaciona o impacte ambiental dos produtos na sua decisão de compra. Este fenómeno induziu as empresas a tornar os seus produtos mais amigos do ambiente, potenciou fortemente o desenvolvimento do sector ambiental e o surgimento de novas empresas direccionadas para a apresentação de soluções ecológicas. A própria actuação das empresas face à diminuição do seu impacto ambiental tem sofrido alterações. No estudo elaborado pelo IQF é apontada uma reorientação do investimento feito pelas empresas: às soluções que procuram remediar o impacto criado (soluções em fim de linha) juntam-se agora as soluções que procuram minimizar o impacto ambiental criado ao longo de todo o processo produtivo.A própria motivação para a adopção de soluções ambientais já não circula unicamente no campo das exigências do consumidor. As empresas aperceberam-se dos claros benefícios da opção pela via ecológica, ao nível da poupança de recursos, do aumento na eficiência produtiva, do relacionamento com a comunidade se insere, entre outras vantagens.A procura verde está, assim, fortemente presente no mercado empresarial português e, de 4 a 7 de Junho de 2009, visitará a Exponor para encontrar as soluções em produtos, equipamentos e serviços de que necessita na AMBINERGIA – Feira Internacional de Ambiente, Energia e Sustentabilidade
sexta-feira, 10 de abril de 2009
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